Política

Rondônia 02/11/2018 11:02 G1

Prefeito Paulo Adail Brito renuncia ao cargo em Pimenta Bueno

Decisão de renúncia foi por problemas de saúde e cunho pessoal. Carta foi protocolada ao atual presidente da Câmara de Vereadores.

O prefeito interino de Pimenta Bueno (RO), Paulo Adail Brito Pereira (MDB), renunciou ao cargo na manhã desta quinta-feira (1º). Adail, que é vereador e presidente da câmara, assumiu a prefeitura dia 17 de setembro deste ano, após a prefeita eleita Juliana Roque (PSB) e o vice Luiz Henrique Sanches (PSB) terem sido afastados dos cargos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O motivo da renúncia, segundo Adail, foi por problemas de saúde e de cunho pessoal. Na manhã desta quinta, Paulo protocolou a carta de renúncia ao atual presidente da Câmara de Vereadores.

No documento, que está datado com o dia 26 de outubro deste ano, a renúncia se torna válida a partir desta quinta. O político também afirmou que tanto o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) quanto a Justiça Eleitoral foram notificados da decisão.

“Entreguei ao presidente da câmara uma carta renúncia em forma de ofício. Não é nada de grave. Eu tomei essa decisão por questões pessoais e de saúde”, afirmou Paulo Adail.

Carta foi protocolada à Camara dos Vereadores nesta quinta-feira (1º).  — Foto: Magda Oliveira/G1

Diante da renúncia, a Câmara de Vereadores deve eleger um novo representante passa assumir a prefeitura de forma interina. O novo empossado ficará à frente da administração até que haja uma eleição direta, marcada pelo TRE para o dia 9 de dezembro.

A diplomação do novo prefeito eleito deve ser feito pelo TRE até o dia 21 de janeiro e caberá a Câmara de Vereadores dar posse ao novo administrador.

De acordo com o procurador da câmara Cristiano Armondes de Oliveira, nesse momento está acontecendo a sessão solene de eleição e posse do novo prefeito em substituição. A escolha será feita pelos próprios vereadores.

Entenda o caso

Tanto Juliana, quanto Luiz Henrique, respondem por um processo de abuso de poder econômico, praticado nas eleições de 2016, pela contratação de quatro ‘formiguinhas’ e o recebimento de uma doação ilegal no valor de R$ 6 mil na mesma época.


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