Saúde

Guajará-Mirim 14/12/2017 10:53 G1

Determinações da Justiça são cumpridas no Hospital Regional de Guajará

Inspeção foi realizada no último dia 1º e identificou vários problemas. Prefeitura diz que cumpriu ordens judiciais dentro do prazo dados por juiz.

As determinações feitas pela Justiça do Trabalho em relação ao Hospital Regional Perpétuo Socorro de Guajará-Mirim (RO) na vistoria realizada no último dia 1º foram cumpridas nesta semana pela Prefeitura Municipal, segundo o vice-prefeito e atual secretário municipal de saúde, Davino Serrath.

Procurado pelo G1, Davino Serrath declarou que tudo que a Justiça do Trabalho exigiu foi cumprido, principalmente o abastecimento de medicamentos na enfermaria, apontado com o problema mais grave da unidade.

“Consertamos o piso da recepção, fizemos a manutenção em todos os aparelhos de ar-condicionado e conseguimos os medicamentos, além do raio-x, que já está funcionando normalmente, entre as outras solicitações, que também foram atendidas. Muita coisa ainda precisa ser feita, mas estamos acompanhando de perto para sanar as dificuldades”, disse o vice-preito e secretário.

Vistoria da Justiça do Trabalho

Durante a vistoria feita, o juiz titular da Vara do Trabalho, Carlos Antônio Chagas Júnior, identificou pisos quebrados, autoclave com problemas, fossas sépticas e aparelhos de ar-condicionado sem manutenção, raio-x sem funcionar, infestação de pombos no telhados e forro, além da falta de medicamentos básicos.

Prazos para cumprimento da decisão judicial

Diante dos problemas, o magistrado determinou prazos específicos para cada situação citada na ata de inspeção oficial sob pena de multa que variam o valor de 1 mil até R$ 50 mil, de forma pessoal e solidária dos agentes públicos.

No dia da inspeção, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsau) foi notificada e firmou o compromisso de cumprir todos os prazos exigidos pela Justiça Trabalhista.

Pombos

O problema da infestação de pombos no telhado e no forro ainda não foi solucionado. A Justiça notificou e determinou que a Polícia Militar Ambiental resolvesse o problema em até dez dias úteis, após a data da vistoria, sob pena de crimes de desobediência à Justiça Trabalhista.

O prazo de dez dias úteis se estende até o próximo dia 18, para que os animais sejam retirados, ou que alguma solução seja viabilizada para evitar a proliferação e instalação permanente das aves.


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