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Denúncia 29/06/2017 08:40 Da assessoria

Vereadores e moradores de Cujubim denunciam ação de servidores da Sedam contra produtores rurais

Segundo relatos, abusos e perseguições contra agricultores estariam se intensificando

Vereadores e moradores da Gleba Rio Preto, em Cujubim, na região da Unidade de Conservação Rio Preto Jacundá, denunciaram ações de servidores da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e de forças policiais, contra produtores rurais que moram e trabalham há anos, fora da reserva.

Segundo eles, de forma truculenta, membros da Sedam e policiais, estariam perseguindo quem reside na região, mesmo estando fora da unidade de conservação. Em seguidas operações, agricultores e familiares estariam sofrendo ameaças, humilhações, perseguições e tendo motos e equipamentos queimados, poços contaminados com óleo, entre outras arbitrariedades. 

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB) e o deputado Ezequiel Junior (Sem Partido) se reuniram com a comitiva, junto com o secretário adjunto da Sedam, Francisco Sales. Os vereadores Kenas do Mercado (PRP), presidente da Câmara, Mabelino Munari (PTN) e Adeilton Roberto (DEM), participaram do encontro. 

Os deputados se colocaram à disposição para intermediar uma saída legal para o impasse, buscando sempre o diálogo como forma de superar os problemas. "Há uma lei ambiental que precisa ser respeitada e temos trabalhadores rurais trabalhando, produzindo alimentos, que precisam ser respeitados, pois não são bandidos", afirmou Maurão. 

“Se os produtores cometeram alguma ilegalidade, que sejam penalizados, dentro da lei, mas tratados como cidadãos. O fato de ocuparem uma área de reserva não os tornam pessoas de segunda classe, que devam ser tratados de forma arbitrária. Mas, não é o caso: estão perseguindo e ameaçando quem mora fora da área de reserva", denunciou Kenas. 

Os vereadores manifestaram preocupação com a crescente tensão entre os produtores. "As pessoas estão com medo e se sentindo perseguidas e injustiçadas. O clima é tenso e tememos por coisa pior. Estamos aqui para informar dos problemas e buscando soluções", completou Mabelino. 

Sales disse que a legislação ambiental é rígida e que a Sedam apenas segue a lei. "Não se trata de uma ação indevida, é uma unidade estadual de conservação e precisamos atuar para a sua manutenção. Sobre os possíveis abusos relatados, precisam ser apurados, pois não é aceitável esta prática", acrescentou o adjunto. 

O produtor Rodinei Cardoso, que mora há dez anos na localidade, criando gado, cultivando banana e outras culturas, também reforçou o pedido de providências contra as ações arbitrárias. A ação da Sedam atingiu produtores rurais das linhas Ponto 8, Estrada do Schaullis e Estrada Branca, na Gleba Rio.


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