Fiocruz alerta que nova onda da Covid-19 pode ser catastrófica para o Brasil.

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Explosão de casos será mais grave a partir do patamar atual, alertam pesquisadores.

A pandemia por covid-19 no Brasil pode permanecer em nível crítico nas próximas semanas”, segundo leitura de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A instituição divulgou seu mais recente Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz.
O levantamento, referente ao período de 2 de maio a 8 de maio, mostra ligeira redução nas taxas de mortalidade nas últimas duas semanas, pontuaram os estudiosos da fundação, no boletim. Mas, a fundação ressaltou que o número de óbitos permanece em patamar alto.

A média é de 2,1 mil óbitos e 61 mil casos por dia. A ligeira redução da letalidade pode indicar um pequeno aumento da capacidade dos serviços de saúde em diagnosticar e tratar os casos graves, afirma o boletim.

As taxas de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva também apresentaram quedas relevantes, mas 7 capitais estão com níveis iguais ou superiores a 90%: Porto Velho (92%), Teresina (96%), Natal (92%), Aracaju (99%), Rio de Janeiro (93%), Curitiba (92%) e Goiânia (92%). Outras 7 capitais estão com níveis entre 80% e 90%: Palmas (89%), São Luís (85), Fortaleza (88%), Vitória (88%), Campo Grande (82%) e Brasília (81%).

Outras 10 capitais estão em zona de alerta intermediário, entre 60% e 80% de ocupação de leitos de Covid-19, e apenas 4 estão fora da zona de alerta (Rio Branco, Manaus, Boa Vista e João Pessoa).

“É pertinente dizer que, por um lado, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 no país vão dando uma sinalização de melhoria no quadro geral da pandemia. Por outro, a magnitude do indicador, de forma geral, ainda é predominantemente preocupante”, diz o boletim.

Os estudiosos reivindicam a aceleração da vacinação e a manutenção de medidas como o distanciamento físico entre pessoas fora da convivência domiciliar, a higiene frequente das mãos e o uso de máscaras.

“Ainda não se tem dimensão da extensão e dos desafios que se colocam com as sequelas deixadas pela Covid-19 em pacientes graves e, mesmo com quadros moderados, das suas repercussões na qualidade de vida das pessoas e demandas que elas vão impor ao sistema de saúde em médio e longo prazos”, assinalam os pesquisadores.

Somente cerca de 8% da população recebeu a 2ª dose da vacina contra o coronavírus até agora. Os únicos imunizantes distribuídos são Coronavac e AstraZeneca, sendo que as doses da Pfizer chegaram só nesta semana.

A Coronavac, no entanto, terá a produção interrompida a partir da sexta-feira 14, caso impasses diplomáticos com a China não sejam resolvidos. Já a AstraZeneca foi suspensa para mulheres grávidas, por suspeita de efeitos adversos. A compra das vacinas russa Sputnik V e indiana Covaxin foi negada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Fonte: CARTACAPITAL

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Elaine

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