
Por volta das 16h30 desta sexta-feira (13), o Corpo de Bombeiros encerrou as buscas pelos três desaparecidos no rio Madeira, em Porto Velho. O barco onde estavam as vítimas virar durante um vendaval, que ocorreu em 6 de setembro.
De acordo com o major da corporação Iranildo Andrade, a previsão inicial era de que as buscas encerrassem ao meio dia, mas os trabalhos se estenderam até o fim da tarde.
Segundo os Bombeiros, as equipes de resgate que executam os trabalhos de busca fluvial pela região do acidente voltaram ao local às 7h30 desta sexta. A corporação também informou que as buscas seguiram intensas até o encerramento, conforme protocolo.
O cinegrafista da Rede Amazônica, Clebson Ribeiro, é um dos desaparecidos no naufrágio. A área onde o barco virou no rio, segundo os Bombeiros, tem bastante profundidade e correnteza forte, o que dificultou o trabalho de busca pelas vítimas.
Além de mergulhos na região de Portochuelo, as equipes fizeram buscas fluviais com embarcações.
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Entenda o acidente
A embarcação com as três vítimas virou durante um vendaval no Rio Madeira, na noite de sexta-feira (6). Uma testemunha viu o acidente. No barco estava Clebson, a irmã do cinegrafista, Cleidiane Ribeiro da Cunha, e um outro homem, ainda não identificado.
As buscas pelos desaparecidos começaram na manhã de sábado (7). Um helicóptero do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) chegou a ser usado na ação de resgate.
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Na sequência, um grupo dos Bombeiros tentou retomar as buscas por cinco pontos da região, mas não foi possível. Na manhã deste domingo os trabalhos foram retomados por volta das 7h e encerram no final da tarde. As vítimas ainda não foram localizadas.
O local onde a embarcação afundou fica a cerca de 50 quilômetros da área urbana de Porto Velho. Uma testemunha viu a embarcação virando na água com as vítimas.
Segundo parentes, a família havia feito um passeio até uma praia e retornava para um sítio instantes antes do barco ser atingido pelo vendaval.
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Na última segunda-feira (9), a repórter Maríndia Moura se emocionou ao falar ao vivo, no Jornal de Rondônia, sobre a trajetória do colega na Rede Amazônica.
Clebson Ribeiro da Cunha entrou na Rede Amazônica em 2009, como motorista, e depois foi promovido para cinegrafia. Ele está afastado da função há mais de um ano por problemas de saúde.



