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Vereadores e moradores de Cujubim denunciam ação de servidores da Sedam contra produtores rurais

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Vereadores e moradores da Gleba Rio Preto, em Cujubim, na região da Unidade de Conservação Rio Preto Jacundá, denunciaram ações de servidores da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e de forças policiais, contra produtores rurais que moram e trabalham há anos, fora da reserva.

Segundo eles, de forma truculenta, membros da Sedam e policiais, estariam perseguindo quem reside na região, mesmo estando fora da unidade de conservação. Em seguidas operações, agricultores e familiares estariam sofrendo ameaças, humilhações, perseguições e tendo motos e equipamentos queimados, poços contaminados com óleo, entre outras arbitrariedades. 

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O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB) e o deputado Ezequiel Junior (Sem Partido) se reuniram com a comitiva, junto com o secretário adjunto da Sedam, Francisco Sales. Os vereadores Kenas do Mercado (PRP), presidente da Câmara, Mabelino Munari (PTN) e Adeilton Roberto (DEM), participaram do encontro. 

Os deputados se colocaram à disposição para intermediar uma saída legal para o impasse, buscando sempre o diálogo como forma de superar os problemas. “Há uma lei ambiental que precisa ser respeitada e temos trabalhadores rurais trabalhando, produzindo alimentos, que precisam ser respeitados, pois não são bandidos”, afirmou Maurão. 

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“Se os produtores cometeram alguma ilegalidade, que sejam penalizados, dentro da lei, mas tratados como cidadãos. O fato de ocuparem uma área de reserva não os tornam pessoas de segunda classe, que devam ser tratados de forma arbitrária. Mas, não é o caso: estão perseguindo e ameaçando quem mora fora da área de reserva”, denunciou Kenas. 

Os vereadores manifestaram preocupação com a crescente tensão entre os produtores. “As pessoas estão com medo e se sentindo perseguidas e injustiçadas. O clima é tenso e tememos por coisa pior. Estamos aqui para informar dos problemas e buscando soluções”, completou Mabelino. 

Sales disse que a legislação ambiental é rígida e que a Sedam apenas segue a lei. “Não se trata de uma ação indevida, é uma unidade estadual de conservação e precisamos atuar para a sua manutenção. Sobre os possíveis abusos relatados, precisam ser apurados, pois não é aceitável esta prática”, acrescentou o adjunto. 

O produtor Rodinei Cardoso, que mora há dez anos na localidade, criando gado, cultivando banana e outras culturas, também reforçou o pedido de providências contra as ações arbitrárias. A ação da Sedam atingiu produtores rurais das linhas Ponto 8, Estrada do Schaullis e Estrada Branca, na Gleba Rio.

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