Em uma escalada de tensões na América do Sul, os Estados Unidos enviaram três destróieres equipados com mísseis guiados para as águas próximas à Venezuela, como parte de uma operação para combater o tráfico de drogas na região. A ação, autorizada pelo presidente Donald Trump, inclui o USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, todos da classe Arleigh Burke, e cerca de 4.000 militares, entre marinheiros e fuzileiros navais.
O governo dos EUA acusa o presidente venezuelano Nicolás Maduro de liderar o “Cartel de los Soles”, uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas. Além disso, foi oferecida uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à captura de Maduro.
Em resposta, Maduro classificou a movimentação como uma tentativa ilegal de mudança de regime e anunciou a mobilização de 4,5 milhões de milicianos para defender o país. Ele afirmou que as milícias estão “preparadas, ativas e armadas” para garantir a soberania nacional.
Analistas militares sugerem que a presença dos destróieres norte-americanos visa mais uma demonstração de força do que uma preparação para um confronto direto. A operação também inclui o uso de aviões de patrulha P-8 e um submarino de ataque, com duração prevista de vários meses.
A movimentação ocorre em um contexto de crescente tensão entre os dois países, com os EUA acusando Maduro de liderar o “Cartel de los Soles”, uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas. Em fevereiro de 2025, os EUA designaram o grupo venezuelano Tren de Aragua como uma organização terrorista global, intensificando as pressões sobre o governo de Caracas.
A situação gera preocupações sobre a estabilidade regional e possíveis repercussões para a segurança e a economia da América Latina.
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