Barreiras sanitárias em Vilhena e na capital terão testagem e sequenciamento genético do coronavírus visando conter avanço da variante Delta

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Barreiras sanitárias em Vilhena e na capital terão testagem e sequenciamento genético do coronavírus visando conter avanço da variante Delta.

Barreiras sanitárias serão feitas no aeroporto de Porto Velho e no posto da PRF, entrada de Vilhena

O anúncio da propagação da variante Delta do coronavírus deixa Estados e a população em alerta e motiva ações preventivas. O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde, vai realizar Barreiras Sanitárias inicialmente em dois pontos de entrada de passageiros: em Porto Velho, no Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira de Oliveira e no posto da Polícia Rodoviária Federal, em Vilhena.

A ação será composta de testagem e sequenciamento genético a partir de resultados positivos para a covid-19. A realização de barreiras é uma das medidas adotadas pelo Poder Executivo para conter o avanço da variante Delta, identificada recentemente no estado vizinho, Amazonas.

“A outra medida é que a população de Rondônia seja imunizada com as duas doses da vacina contra a covid-19”, destacou, na manhã desta quinta-feira (19), Gilvander Gregório de Lima, diretor geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), durante reunião com órgãos que serão parceiros na realização das Barreiras Sanitárias.

“Estudos realizados asseguram que com as duas doses é possível até 75% de imunização contra a covid-19”, reforçou o diretor. “Atualmente 67% de nossa população já tomou a primeira dose da vacina, agora é necessário completar o esquema de vacinação”, alertou.

Os detalhes sobre a execução das Barreiras Sanitárias, denominada “Operação Delta” foram traçados com representantes de órgãos parceiros da ação, no auditório do aeroporto, em Porto Velho.

No aeroporto da Capital, as ações serão realizadas da seguinte forma: com abordagem aos passageiros que desembarcarem e convite para que participem como voluntários da testagem. Os exames serão realizados pelo Laboratório Central de Rondônia (Lacen) e caso o resultado seja positivo, dependendo da carga viral identificada será enviado para ser realizado o sequenciamento genético. “Quanto mais pessoas participarem da testagem, como voluntários, é melhor”, destacou Ciciléia Correia da Silva, diretora geral do Lacen, ressaltando que o Estado está pronto para realizar a quantidade de exames que forem necessários.

O exame realizado será RT PCR padrão ouro e o resultado será enviado para o passageiro em até 24 horas; já o resultado do sequenciamento é enviado em até 15 dias após a realização da testagem.

A abordagem e sensibilização dos passageiros serão feitas no momento do desembarque, em breve conversa; no entanto, a estrutura para a realização dos exames será montada do lado de fora do setor de desembarque, em área arejada e com os profissionais de saúde preparados, aguardando os passageiros voluntários, de todos os voos que chegam a Porto Velho. “O procedimento não é invasivo”, destaca Flávia Serrano, coordenadora de Epidemiologia da Agevisa. “Além disso, todos os procedimentos sanitários serão mantidos para a realização das coletas”, enfatizou.

ASSINTOMÁTICO

Flávia Serrano explicou que um dos agravantes da variante Delta é o fato de apresentar poucos sintomas ou até mesmo a pessoa ser assintomática e com isso o risco de estar transmitindo o vírus sem saber. “Por isso há envolvimento total das equipes, principalmente que sensibilizem as pessoas a participarem da testagem”.

Para que as Barreiras Sanitárias sejam realizadas em Rondônia vários parceiros participam, entre eles: a Empresa Brasileira de Infra Estrutura Aeroportuária (Infraero), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Polícia Federal (PF), Secretaria de Estado da Saúde (Sesau),  Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), além da Agevisa, cada uma com atividade específica. “Já estávamos nos organizando internamente para realizar essa ação, no entanto, com a confirmação de casos da variante Delta no Amazonas, resolvemos adiantar a operação”, assegura Gilvander Gregório.

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Almi Coelho

Almi Coelho

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