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Delegado mantém prisão de coronel acusado de importunar sexualmente mulher em colchão no João Paulo

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O oficial também estava no João Paulo na condição de acompanhante do pai e teria oferecido à mulher um colchão para que ambos deitassem em rodízio

 O caso aconteceu no início da madrugada desta terça-feira (7) no Hospital João Paulo II, em Porto Velho. Uma mulher de 27 anos,  que acompanhava a mãe internada no Hospital e Pronto Socorro João Paulo II, em Porto Velho, acusou um coronel (38 anos) do Corpo de Bombeiros de Rondônia de deitar-se ao seu lado, acariciá-la nas costas e tentar levantar o casaco dela.  O delegado plantonista manteve a prisão em flagrante do oficial e pediu à justiça a decretação de prisão preventiva.

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Segundo o boletim de ocorrência, o oficial também estava no João Paulo na condição de acompanhante do pai e teria oferecido à mulher um colchão para que ambos deitassem em rodízio. Os pacientes, acusado e vítima estavam num apartamento do hospital.

Na Central de Polícia, o bombeiro contou versão diferente. Disse que ele é que teria sido assediado pela vítima, por meio de insistentes convites para que ambos deitassem juntos no colchão. Contou ainda que a mulher estava numa maca de ferro sem colchão equis apenas ser gentil com ela, que acompanhava a mãe num pós-operatório.

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Em depoimento, a mulher afirmou que foi molestada pelo oficial, saiu do quarto, andou pelos corredores e pediu ajuda à PM. Um vigilante do João Paulo II informou que a mulher reclamou do ocorrido.

Para o delegado que decretou a prisão em flagrante do oficial bombeiro, existem fundadas suspeitas da materialidade  e autoria do fato.

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