A Polícia Civil de Vilhena identificou a mulher encontrada morta na última sexta-feira (29) como Ivoni Maria Bento de Freitas, que completaria 51 anos no dia 4 de setembro. O caso chamou atenção pela brutalidade: a vítima apresentava sinais de tortura, perfurações por faca e teve a cabeça arrancada.
De acordo com informações apuradas, um vídeo do crime circulou em grupos de WhatsApp e chegou à família da vítima ainda na quinta-feira (28), um dia antes de o corpo ser localizado.
Ivoni cumpria pena em regime semiaberto no momento da morte. Ela possuía histórico criminal por tráfico de drogas, com condenações registradas em 2014 e 2020. Durante o período em que esteve presa, chegou a trabalhar em frentes ligadas a obras públicas.
As investigações apontam que ainda não está confirmado se a execução ocorreu no mesmo local onde o corpo foi encontrado ou se houve apenas o abandono da vítima. A principal suspeita é de que o assassinato esteja relacionado a acertos de contas do tráfico de drogas, já que a região é considerada área de atuação de uma facção criminosa.
A divulgação das imagens teria sido utilizada como “assinatura” do crime, reforçando a autoria do grupo responsável. A Polícia Civil segue com as investigações para identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias da execução.


