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Câmara aprova derrubada de reajuste do IOF e impõe derrota a Lula

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A Câmara dos Deputado  Em uma votação considerada um duro revés para o Palácio do Planalto, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que anula os decretos do governo federal que aumentavam as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A proposta foi aprovada com 383 votos favoráveis e 98 contrários e segue agora para análise no Senado. A medida derruba uma das estratégias do governo Lula (PT) para elevar a arrecadação federal, afetando diretamente operações como crédito, câmbio, seguros e investimentos.

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A decisão causou surpresa tanto no Executivo quanto entre membros da própria oposição. A inclusão do PDL na pauta do dia foi articulada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que levou o texto diretamente ao plenário, pegando o governo desprevenido.

Nos bastidores, parlamentares apontam que o movimento reflete o crescente descontentamento da base aliada com o Planalto, além de sinalizar um reposicionamento político da Câmara em meio a debates sobre carga tributária e reforma fiscal.

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Com a aprovação do PDL, o Congresso impõe limites ao poder do Executivo de alterar alíquotas por meio de decreto, fortalecendo o papel do Legislativo nas decisões de impacto econômico.

Agora, caberá ao Senado decidir se confirma ou reverte a decisão da Câmara. Caso aprovado também pelos senadores, o projeto terá força de lei e cancelará formalmente os decretos do governo federal que aumentavam o IOF.

Por Alerta Rondônia 

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Esta é a terceira mudança na faixa de isenção do Imposto de Renda no governo atual O Plenário da Câmara aprovou, em votação simbólica nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei (PL) que atualiza os valores da tabela progressiva mensal do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e amplia o limite da primeira faixa de isenção de R$ 2.259,20 para R$ 2.428,80. Na prática, quem recebe até R$ 3.036,00 por mês continuará isento, considerando o desconto simplificado. Mas a mudança afeta apenas as declarações que vão ser feitas e entregues em 2026. O texto incorpora o conteúdo da Medida Provisória (MP) 1.294/2025 e foi relatado pelo deputado Arthur Lira (PP-AL). A MP foi publicada em 11 de abril no Diário Oficial da União e a nova tabela do Imposto de Renda passou a valer com efeito na folha de pagamento de maio. Esta é a terceira mudança na faixa de isenção do Imposto de Renda no governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Antes a tabela do Imposto de Renda não sofria alterações desde 2015. A correção na tabela do IR 2025, no entanto, só muda na faixa de isenção – a exemplo do que ocorreu em 2023 e 2024, e diferentemente do que ocorria até 2015, quando o ajuste na faixa inferior também era acompanhado por correções nas faixas seguintes. Ou seja, o restante da tabela não muda. Num exemplo, a alíquota de 27,5% incidia a partir dos valores superiores a R$ 4.664,68 por mês, e assim vai continuar. O desconto anual por dependente, assim como o desconto com despesas de educação e o teto do desconto para quem faz declaração simplificada foram mantidos em R$ 2.275,08, em R$ 3.651,50 e em R$ 16.754,34, respectivamente. Veja como fica a tabela do Imposto de Renda 2025 na figura abaixo.
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