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&#39Era inevitável&#39, diz direção de hospital sobre grávida que teve aborto após esperar 4h por ultrassom em RO

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A direção do Hospital Municipal Claudionor Couto Roriz de Ji-Paraná (RO) se posicionou na segunda-feira (27) sobre o caso da paciente que teve um aborto espontâneo no fim da semana passada. Na ocasião, a mulher, de 30 anos, aguardou por mais de quatro horas para fazer um exame de ultrassom.

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Rafael Papa, diretor da unidade de saúde, informo que ofereceu assistência à paciente e que vai apurar o caso. Sobre o fato, ele informou que o aborto era inevitável e que a ultrassonografia da paciente deve indicar se foi completo ou incompleto. A mulher permanece internada no hospital.

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“O aborto era inevitável, começou com uma ameaça de aborto e depois se tornou inevitável. Se foi completo, essa paciente vai receber alta. Caso contrário, continua em observação”, explicou o diretor.

Além de exames, o hospital comunicou que foi feito um levantamento sobre os funcionários que atenderam a mulher no dia do aborto. O caso continua em investigação.

Aborto

O caso aconteceu na ultima sexta-feira (24), quando uma mulher, de 30 anos, sofreu um aborto espontâneo no banheiro do hospital, após esperar mais de 4h para fazer um ultrassom.

De acordo com a paciente Angélica Jefiner, ela foi ao hospital para fazer uma consulta, pois reclamava de um sangramento vaginal.

A grávida disse que chegou à unidade por volta das 10h15 com o problema, passou pela triagem e fez exame de toque. Nisso, aguardou até as 15h pelo atendimento.

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