sábado, setembro 26, 2026
23 C
Porto Velho
sábado 26, setembro, 2026
- Publicidade -
- Publicidade -

Réus chegam para o 2° dia de júri no caso de jovem morta em &#39teste de fidelidade&#39

- Publicidade -

Diego de Sá Parente e Ismael José da Silva, acusados de matar a jovem Jéssica Moreira “em um teste de fidelidade”, chegaram para o segundo dia de julgamento do caso em Cerejeiras (RO). Ismael, que namorava a vítima na época, chegou nesta quinta-feira (23) acompanhado da família no Fórum de Justiça. Já Diego foi levado sob escolta, pois ele está preso.

Continua após a publicidade..

O júri popular dos dois réus começou na a última quarta-feira (22). Seis homens e uma mulher formam o corpo do júri, que é presidido pelo juiz Bruno Magalhães Ribeiro dos Santos.

Continua após a publicidade..

Neste segundo dia de júri, os jurados devem ouvir o depoimento de Diego, primo de Ismael. O julgamento foi marcado para iniciar às 9h.

Cronologia do 1° dia de júri

  • Júri começou às 9h da manhã, com sorteio de júri.
  • Primeiro depoimento foi de uma investigadora da Civil, às 10h30.
  • Testemunha seguiu falando até por volta de 13h. Outro policial foi dispensado.
  • 11 pessoas foram ouvidas, sendo elas oito testemunhas e três informantes – pessoas que têm alguma ligação com os réus e com a vítima.
  • Ismael é ouvido durante a noite pelos jurados.
  • O júri seguiu até 23h em Cerejeiras.

Como Jéssica foi morta?

Jéssica foi a assassinada com golpes de faca após um suposto teste de fidelidade. A garota foi encontrada morta no dia 24 do mesmo mês, na Linha 4, zona rural de Cerejeiras. A vítima tinha apenas 17 anos.

O que alegam os réus?

Diego alega que o primo, Ismael, era um namorado extremamente ciumento e estava desconfiado da infidelidade de Jéssica. Por conta disso, o chamou para fazerem um teste de fidelidade com a garota.

Diego disse que foi ameaçado por Ismael para ajudar a esconder o corpo da garota. Porém, a defesa apresentou provas no julgamento, em 2017, que Ismael estava no trabalho no horário do crime, e o réu foi absolvido.

Após ser liberado, o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) entrou com recurso e a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça foi unânime em determinar que Ismael também fosse julgado pelo júri popular.

- Publicidade -
Mais lidos
- Publicidade -

Você pode gostar também!