quinta-feira, novembro 27, 2025
31 C
Porto Velho
quinta-feira 27, novembro, 2025
- Publicidade -
- Publicidade -

Delegado de Ariquemes diz que Rondônia é o “Texas” do Brasil

- Publicidade -

Por Felipe Santos. Em uma transmissão ao vivo feita pelo Instagram, o delegado regional de Ariquemes, Rodrigo Camargo, fez uma comparação entre Rondônia e o estado norte-americano do Texas, por ser conservador e ter muita gente procurando o porte de armas. O comentário foi feito ao advogado Alexandre Carvalho, coordenador do grupo de estudos do porte de arma para a advocacia, que também é conselheiro da OAB do Distrito Federal. Análise Outro ponto levantado durante o bate-papo é o Projeto de lei 2734/2021, de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL – RJ), que prevê o uso de armas no cotidiano para os advogados e advogadas do país. Rodrigo comentou a baixa divulgação da matéria. “Houve uma enquete para esse projeto, mas teve uma baixíssima adesão. Não tenho ideia, mas acho que são mais 1 milhão de advogados e advogadas no Brasil, se juntarmos os 27 estados. E houve apenas 800 e poucos votos. O que eu esperava é que os advogados se manifestassem, se é de interesse da categoria”, disse ele. Outro ponto levantado por Alexandre e o delegado Rodrigo é a emissão elevada de CACs, que é voltado para Colecionadores, Atiradores e Caçadores. “Vejo que hoje muita gente busca no CAC [Colecionador, atirador e caçador], no clube de tiro, um subterfúgio para pelo menos ter a posse da arma de fogo em sua casa, em seu comércio. É um jeitinho brasileiro. A maioria das pessoas tem feito isso. O cara não vai para um clube de tiro, para ficar gastando R$ 7 reais em uma munição pra ficar atirando! Ele quer ter uma arma em casa para proteger a família dele!”. Futuro O delegado Rodrigo Camargo também comentou que a medida do CAC pode ser revista e que o ideal, é que a população em geral tem que ter acesso ao porte de armas. “Hoje o CAC é uma concessão de arma precária e qualquer dia desses, o Estado pode: ‘ei, não pode mais! Me dá pra cá’. E falando dos advogados, nós precisamos pelo menos garantir a posse da arma. Pelo menos a propriedade!”. Camargo pontuou sobre a mudança dos trâmites da concessão de porte, que passou da Polícia Civil para a Federal, que dificultou o acesso do cidadão comum à proteção por armas de fogo. “Antigamente, a concessão do porte de arma era da Polícia Civil. Hoje, é da Polícia Federal. Mas deixa te colocar uma situação: aqui só temos duas delegacias da PF. O delegado sabe da realidade de Chupinguaia? De Ariquemes ou Cujubim? Acorda pra vida! Ele não sabe! Quem sabe da realidade local é a autoridade policial local! Por trabalhar há 12 anos aqui, eu sei a realidade das pessoas aqui. Eu tenho um núcleo de inteligência que investiga pessoas daqui. Quem tem mais noção dessa realidade é o delegado da Polícia Civil. Não estou puxando o braço pra isso, para! É uma posição minha, ponto! Não da instituição! Se isso voltasse pra Polícia Civil, o jogo seria outro! Se dependesse da minha caneta, muito cidadão de bem teria arma de fogo”.

Rodrigo Camargo ainda deixou uma mensagem: “Armado, é mais um soldado, a proteger a sociedade! O vagabundo pensa duas vezes antes de entrar em uma casa! No dia que ele entrou na minha, sapequei e eles se deram mal!”.

Continua após a publicidade..
- Publicidade -
Mais lidos
- Publicidade -

Você pode gostar também!

Pular para o conteúdo