Uma tragédia abalou a comunidade local nesta semana, quando um triplo homicídio brutal foi registrado em uma residência na cidade. As vítimas foram identificadas como Tereza Peterson, de 45 anos, Ana Vitória Peterson Gomes, de 11 anos, e Ayla Maitê, uma bebê de apenas 8 meses.
A Polícia Militar foi acionada na tarde desta sexta-feira (15) após denúncias de violência em uma casa. No local, as autoridades encontraram cenas chocantes que indicam requintes de crueldade no crime.
Tereza Peterson foi encontrada no chão com as mãos amarradas, um pano ao redor do pescoço e um tijolo ao lado do corpo, sugerindo que pode ter sido usado no ataque. No mesmo ambiente, estava o corpo da pequena Ayla Maitê, sem sinais vitais.
Em outro cômodo, Ana Vitória, de 11 anos, foi encontrada sem roupas, com uma blusa cobrindo a região íntima. A criança apresentava sinais de estrangulamento e um corte profundo na garganta.
A mãe de uma das crianças, Thays Peterson, foi encontrada ajoelhada ao lado da filha Sofia Rafaela, de 2 anos, que ainda apresentava sinais vitais e foi encaminhada às pressas para uma unidade de saúde.
A perícia técnica esteve no local para realizar os levantamentos iniciais, enquanto a Polícia Civil já iniciou a investigação para determinar a dinâmica do crime e identificar os possíveis autores. Familiares, vizinhos e testemunhas estão sendo ouvidos na busca por informações que possam esclarecer a motivação do triplo homicídio.
O delegado responsável pelo caso classificou o crime como “uma das cenas mais brutais já registradas na região” e afirmou que todos os esforços estão sendo feitos para garantir justiça às vítimas.
O caso provocou uma onda de comoção na cidade de São Francisco do Guaporé, que é conhecida por sua tranquilidade. Moradores se reuniram para prestar homenagens às vítimas e cobrar respostas rápidas das autoridades.
A polícia pede a colaboração da população, incentivando que qualquer pessoa com informações relevantes entre em contato de forma anônima pelos canais disponíveis.
O triplo homicídio reforça a necessidade de discutir temas como segurança pública e o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade.
Por Almi Coelho DRT 1207-RO/Alerta Rondônia

