MOSQUITOS FEITOS EM LABORATÓRIO PELAS USINAS DO MADEIRA ESTÃO SEM CONTROLE

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A infestação de mosquitos nos distritos de Nova Mutum e Jaci Paraná, em Porto Velho, tem sido um tormento para a população daquela localidade. Muitos moradores já se mudaram da região por esse motivo e quem ainda insiste em residir no local, muitos por falta de opção, vêm sofrendo com o problema e já não sabem qual providência tomar.

A vila de Nova Mutum foi criada pelo consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção da hidrelétrica de Jirau, para realocação dos moradores do distrito de Mutum-Paraná, que ficou submersa com a formação da barragem de Jirau.

Os mosquitos do tipo mansonia, que teriam sido produzidos em laboratório e soltos nas áreas de influência das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau para combater os mosquitos transmissores da malária e da dengue, se proliferaram demasiadamente e viraram uma praga que tem incomodado a todos que ali residem ou estão de passagem.

A evolução demasiada dos mosquitos mutantes estaria associada à grande quantidade de vegetação aquática na região. Neste ano os moradores do distrito chegaram a fechar a BR-364 na entrada da vila para cobrar uma reunião visando discutir uma possível solução para o problema, mas que até o momento não foi resolvido.

Apesar do serviço de nebulização química, conhecida como fumacê, que vem sendo realizado com frequência em Nova Mutum, a quantidade de pernilongos ainda é assustadoras, principalmente na zona rural, onde não é realizado, o que tem provocado uma espécie de êxodo rural forçado, pois muitos pequenos produtores rurais estão vendendo suas propriedades.

Mosqueteiros para rede e cama tratados com pesticidas vêm sendo distribuídos no posto de saúde para tentar minimizar o problema pelo menos na hora de dormir, uma vez que a picada desse tipo de mosquito é mais dolorida que a do pernilongo normal.

Até a indenização dos moradores por causa da infestação de mosquitos já foi cogitada, mas isso também não foi concretizado até então.

Alguns moradores declararam que preferiam a época da malária do quê a praga de pernilongos e cobram uma solução com a máxima urgência por parte dos responsáveis.

 

Fonte: O Combatente

 

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