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Bombeiros e Defesa Civil do AC monitoram Rio Madeira em Rondônia: &#39estamos na margem de segurança&#39, diz major

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Para elaborar um plano de ação e se adiantar para um possível isolamento, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil do Acre já fazem o monitoramento do comportamento das águas do Rio Madeira no Distrito do Abunã, em Rondônia.

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Em 2014, o Acre ficou isolado por via terrestre quando o Rio Madeira atingiu a marca de 19,74 metros e alagou a BR 364, única ligação com restante do Brasil.

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Cláudio Falcão, major do Corpo de Bombeiros do Acre, diz que, apesar da grande quantidade de chuvas nos mananciais que desembocam no Madeira ter aumentado significativamente o volume do rio, ainda não há indícios de que a BR 364 seja coberta pelas águas e o estado fique isolado.

“O Madeira chegou a 19, 17 metros nesta quinta [4] no Abunã, mas estamos na margem de segurança”, diz.

De acordo com Falcão, caso a marca do Rio Madeira chegue a 22 metros, o Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual vão colocar planos para evitar grandes prejuízos ao estado acreano.

“Essa é a nossa cota de alerta. Para poder chegar água na via e passar por cima da rodovia [BR 364], é preciso que a cota ultrapasse os 22 metros”, explica o major.

O militar fala que a Defesa Civil Municipal de Porto Velho repassa os dados das medições diárias do Madeira na capital rondoniense para os órgãos acreanos. Segundo os dados, no dia 31 de dezembro o rio estava com 18,84 metros.

Já no 1° deste mês, o nível subiu quatro centímetros e foi para 18,88 m. Já nos dias 2 e 3 deste mês, o manancial registrou 18,91 m e 18,87 m, respectivamente.

“Todos esses números são do Rio Madeira em Abunã. O nível lá tem oscilado muito. Nesta quinta-feira [7] ele está com 19,17 metros, mas na sexta-feira [8] ele pode estar com 19,10 m ou 19,05 m. O nível pode diminuir porque o fluxo d’água é contínuo e tem oscilação. Por enquanto, temos uma margem de segurança, mas estamos fazendo o monitoramento constante”, encerra Cláudio Falcão. 

Cheia histórica do Madeira e isolamento do Acre

Em 2014, o Rio Madeira registrou sua cheia história, atingindo a marca de 19,74 metros. Por isso, o Acre ficou isolado via terrestre, uma vez que a BR-364 é o único acesso para os outros estados do país. Em abril daquele ano, o governo acreano chegou a decretar calamidade pública.

Na época, os acreanos enfrentaram o racionamento de diversos alimentos nas prateleiras, além de gás de cozinha e combustíveis, o que gerou grandes filas de veículos nos postos. O Estado foi obrigado aimportar alimentos, insumos e outros do Peru por meio da Estrada do Pacífico.

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