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Greve de auditores da Receita Federal causa filas de caminhões na fronteira com a Venezuela

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Cerca de 200 caminhões estão parados na alfândega da Receita Federal em Pacaraima, município de Roraima que fica na fronteira com a Venezuela. Protesto iniciou na segunda-feira (3) e segue sem previsão para encerrar.

Os servidores da Receita Federal em Roraima paralisaram as atividades em forma de protesto ao Orçamento da União aprovado pelo Congresso. Com a greve, que é uma mobilização nacional, cerca de 200 caminhões estão parados na alfândega da Receita, em Pacaraima, município que faz fronteira com a Venezuela.

Segundo o Auditor Fiscal Alisson de Oliveira Rocha, os servidores iniciaram a paralisação na segunda-feira (3) e a greve segue por tempo indeterminado.

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Os servidores da Receita começaram a entregar os cargos em dezembro de 2021 diante de uma insatisfação com a aprovação do Orçamento da União de 2022. Em Roraima, ao menos seis auditores com cargos de chefia se manifestaram pela entrega dos cargos.

“Houve descumprimento de vários acordos do governo com a Receita Federal. Além disso, foi retirado o orçamento da Receita, o orçamento para manutenção do órgão foi retirado para dar aumento a uma classe específica e isso gerou um descontentamento geral na Receita, inclusive com entrega de todos os cargos comissionados. Praticamente todos os chefes da receita entregaram os cargos”, explicou Alisson.

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Os veículos paralisados esperam a liberação de cargas como arroz, feijão, farinha de trigo, açúcar, café, macarrão, detergente e sabão em pó. Além de medicamentos, bebidas e matérias primas para indústrias, que também estão parados.

Paralisação ocorre em forma de protesto ao Orçamento da União aprovado pelo Congresso Nacional.  — Foto: Alisson de Oliveira/Divulgação

Atualmente, passam em média 100 carretas por dia pela Inspetoria da Receita Federal em Pacaraima, segundo Alisson.

“Hoje, a maioria dos produtos de consumo doméstico na Venezuela são fornecidos pelo Brasil e saem pela Inspetoria da Receita. Se fizéssemos uma média de R$ 250 mil por carreta, teríamos um valor diário de R$ 25 milhões comercializados por dia em exportações para a Venezuela”, detalhou.

Por g1 RR

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