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Médicos formados no exterior movimentam rede social de ministro por “Revalida mais justo”

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Reivindicando uma prova do revalida mais justa, brasileiros formados em medicina no exterior iniciam movimentação nas redes sociais do ministro da educação Camilo Santana, relatando injustiças na segunda fase da prova. Dentre eles, o acreano P. M. P., que em uma questão na área de ginecologia e obstetrícia, o médico respondeu corretamente, mas não foi computado os pontos de maneira justa e foi reprovado por 4 décimos.

Segundo o médico, diversos formados em medicina se reuniram e iniciaram nesta quarta-feira (8) uma movimentação nas redes sociais do ministro da pasta em que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está inserido. O Inep é responsável pela aplicação da prova do Revalida, que é o processo de revalidação dos diplomas de médicos que se formaram no exterior.

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Os médicos não escolheram uma publicação específica, mas a que conta com mais comentários, inclusive o do acreano P., é uma foto com o senador Romário. Nos comentários, diversas pessoas levantaram a hashtag “#RevalidaJusto”, em que as pessoas pedem correção e nota de corte mais justas.

Em contato com a reportagem do ContilNet, o médico contou que as movimentações iniciaram após a divulgação da nota preliminar no dia 1 de fevereiro. “Com os resultados preliminares, estima-se que houve mais de 70% de reprovação, que é a maior da história. Temos um abaixo assinado também, com 1500 pessoas, e foram mais de 1900 pessoas participando da prova”, explicou.

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Outra reclamação do acreano e de outros médicos, é a falta de preparação dos atores que fazem parte da prova. “Além da nota de corte, que está mais alta, os atores são mal preparados, não passam as informações corretas, interrompem as pessoas”, explica.

Além disso, uma outra questão ressaltada pelo médico acreano, é o prejuízo financeiro que a família teve. “Eu já estou com o prejuízo de mais de R$100 mil, eu tenho um filho com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que já poderia estar em terapias, que ele precisa e que são caras… é um prejuízo não somente para mim, mas para muitas pessoas. Além dos mais de R$10 mil que eu já gastei com inscrição, passagem e hospedagem”, explicou.

 

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