Em represália à operação, os garimpeiros ameaçaram queimar e interromper as comemorações do aniversário da cidade, criando um clima de tensão e insegurança. Diante das ameaças, o prefeito de Humaitá, Dedei Lobo, anunciou a suspensão das festividades em nota oficial, citando preocupações com a segurança pública.
A situação se agravou quando os garimpeiros tentaram dialogar com o prefeito, a vice-prefeita e os vereadores locais. No entanto, os representantes políticos se esconderam, temendo represálias. A medida de precaução foi influenciada por um incidente anterior, quando a Polícia Federal prendeu o ex-prefeito Herivanio e alguns vereadores sob a acusação de incendiarem prédios públicos federais em circunstâncias semelhantes.
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A comunidade de Humaitá se encontra agora em um estado de alerta, com o aumento das tensões entre os garimpeiros e as autoridades. A operação da Polícia Federal reflete uma tentativa de reprimir a mineração ilegal que tem causado significativos danos ambientais e sociais na região.
Enquanto isso, os moradores de Humaitá aguardam desfechos pacíficos e a retomada das festividades locais, que são tradicionais e importantes para a identidade e coesão da comunidade. A Prefeitura ainda não divulgou uma nova data para as comemorações.
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As autoridades locais e federais permanecem em estado de alerta, monitorando a situação para evitar que a tensão escale para atos de violência. A Polícia Federal reforçou seu compromisso de continuar combatendo o garimpo ilegal e proteger os recursos naturais da Amazônia
Por Bibi Coelho/Alerta Rondônia
