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Polícia Federal encontra documentos de operação da Abin com Ramagem

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Na operação, executada por policiais ligados ao então diretor Alexandre Ramagem, a Abin usou verba secreta de R$ 1,5 milhão para pagar informantes em comunidades do Rio dominadas pelo tráfico.

A Polícia Federal apura se houve desvio de finalidade nessa operação. Os papéis encontrados na casa de Ramagem, atualmente deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro, estavam descaracterizados, sem logo ou identificação da Abin, e sem data.

Ramagem deixou a agência em março de 2022 e, segundo as normas dos servidores, não poderia manter documentos nem equipamentos. Leia aqui. Ele já foi intimado a depor, mas não compareceu ainda, alegando falta de acesso aos autos da investigação. Também o depoimento do general Augusto Heleno sobre a ‘Abin paralela’, que estava agendado para hoje, foi adiado, sem previsão de nova data.

Tensão e café gelado na reabertura das atividades do Congresso.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez um discurso grandiloquente ontem na cerimônia de abertura dos trabalhos legislativos, com alertas para o governo Lula não subestimar o poder da Mesa Diretora da Câmara. O ministro Alexandre Padilha, articulador entre os parlamentares, minimizou a pressão. Antes do evento, ele havia afirmado que a sua pasta “não é ministério das relações interpessoais, é ministério das relações institucionais, e as relações do governo federal, do Executivo com Congresso estão melhores do que nunca”. Leia na Folha de S.Paulo.

O colunista Josias de Souza escreve que Lira e Padilha já nem se falam. “O novo pretexto do presidente da Câmara para ameaçar aplicar rasteiras no governo é a hipotética falta de um articulador político no Planalto. A alegação é falsa como o espírito público de Lira”, afirma o colunista.

Dias Toffoli manda investigar a ONG Transparência Internacional por desvio de dinheiro público.

O ministro do STF determinou ontem que a Procuradoria-Geral da República apure a eventual apropriação de recursos públicos por parte da Transparência Internacional, que seria responsável por administrar a aplicação de R$ 2,3 bilhões em investimentos sociais previstos no acordo de leniência da J&F com a operação Lava Jato.

Bruno Brandão, diretor da ONG, admitiu erros na relação com os integrantes da Lava Jato, mas rejeitou o que chama de “tentativa de distorção para criar campanha difamatória”. A Transparência Internacional nega ter recebido dinheiro indevido. “Nós tivemos decepções grandes com a força-tarefa, criticamos publicamente”, afirmou Brandão. “Principalmente o fato de a Lava Jato ter apoiado o governo autoritário de Bolsonaro, usando sua imagem de combate à corrupção para defender alguém que era absolutamente contrário ao que representa a luta contra a corrupção, que é uma luta por direitos”.

 

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