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Uma boa notícia e outra péssima para Bolsonaro na nova pequisa eleitoral

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Divulgado nesta quarta, 2, o levantamento do Paraná Pesquisas sobre eleições presidenciais trouxe uma boa notícia a Jair Bolsonaro. Ele se encontra estável na segunda posição da corrida, com 29,6% das intenções de votos, mesmo patamar registrado no final do ano passado. Lula está na liderança, com 40,1%, e venceria tanto Bolsonaro como o ex-juiz Sergio Moro, terceiro colocado na pesquisa, nas simulações de segundo turno. Bolsonaro é o que perde para o petista por uma menor margem (48,8% a 34,4%). Lula venceria Moro por 47,1% a 29%.

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A péssima notícia para o Bolsonaro dentro do mesmo levantamento é que continua em viés de alta a desaprovação ao seu governo — mesmo com a distribuição do Auxílio Brasil nos últimos meses, que era tido como o grande trunfo para estancar a queda de popularidade do presidente. De acordo com o Paraná Pesquisas, a taxa de aprovação caiu de 38,3% para 37,2%, enquanto a desaprovação aumentou de 57,8% para 58,2%.

Apesar desses números ficarem dentro da margem de erro, o resultado continua sendo preocupante: historicamente, nunca um candidato com esse nível de reprovação obteve sucesso nas urnas. Ou seja, o grande desafio de Bolsonaro é reduzir enormemente a rejeição, o que não tem se mostrado uma tarefa fácil.

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Bolsonaro tem seu pior desempenho no Nordeste, onde mais de 66% da população diz que desaprova sua gestão. Em todas as regiões do país, o índice de desaprovação fica acima de 45 pontos. Sua melhor avaliação é no Sul, que fica dividido: 48,3% aprovam o governo, e 47,7% desaprovam. Outra má notícia para o presidente é sua avaliação no Sudeste, onde ele conseguiu 65% dos votos válidos no segundo turno das eleições de 2018. Hoje, 60% dos entrevistados dizem que desaprovam sua gestão.

O presidente também tem seus piores resultados entre o público jovem e feminino. Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, a desaprovação chega a 67,9% — a mais alta entre todos os cortes de público pesquisados –, e 62,2% das mulheres entrevistadas dizem que desaprovam o presidente.

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