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Desemprego no Brasil cai para 5,8% e atinge menor nível da história, aponta IBGE

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Taxa recua a 5,8% até junho; pesquisa passa a incorporar novas projeções populacionais

Pela primeira vez desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012, o Brasil registrou uma taxa de desemprego abaixo de 6%. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice recuou para 5,8% no trimestre encerrado em junho deste ano.

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A queda histórica no desemprego foi impulsionada pela expansão da população ocupada, que atingiu 102,3 milhões de pessoas, e pela redução expressiva do número de desocupados, atualmente estimado em 6,3 milhões de brasileiros. O número representa uma diminuição de 1,3 milhão de pessoas em relação ao trimestre anterior.

Além disso, a taxa de subutilização da força de trabalho caiu para 14,4%, enquanto o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39 milhões, o maior já registrado pelo levantamento.

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Outro destaque é a estabilidade na taxa de informalidade, que representa 37,8% dos trabalhadores ocupados, equivalente a 38,7 milhões de pessoas, mantendo o mesmo patamar do ano anterior.

A divulgação dos dados ocorre após o IBGE atualizar a base populacional da PNAD Contínua, incorporando projeções mais recentes do Censo Demográfico de 2022. Segundo o órgão, a atualização não compromete a comparabilidade com os dados anteriores, mas torna os indicadores mais precisos.

A nova metodologia também permitiu identificar avanços na formalização do trabalho e melhorias estruturais no mercado de trabalho brasileiro.

Especialistas atribuem os resultados a uma combinação de fatores, como o crescimento da economia no primeiro semestre, programas de incentivo ao emprego formal e aumento na abertura de micro e pequenas empresas.

Em Rondônia, ainda que os dados desagregados por estado não tenham sido detalhados na nova divulgação, o cenário segue de otimismo. O estado tem registrado avanços na geração de empregos nos setores de agronegócio, construção civil e comércio.

A expectativa é de que os números continuem positivos no segundo semestre, com a chegada do período de safras e maior movimento no comércio local.

 

 

 

 

 

 

 

 

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