Após anos sem uma representação política forte e permanente na Assembleia Legislativa de Rondônia, a região da Zona da Mata volta a discutir a importância de eleger um deputado estadual verdadeiramente ligado às necessidades locais.
Entre os nomes que surgem nesse cenário está o do Delegado Morari, policial militar por 22 anos, delegado de polícia por 11 anos, ex-vereador de Rolim de Moura e atualmente advogado. Há mais de uma década vivendo na região, Morari construiu sua trajetória profissional atuando diretamente na solução de problemas da população, seja na segurança pública, no legislativo municipal ou na defesa dos direitos dos cidadãos.
Naturalmente identificado com as pautas da segurança, Morari afirma que sua visão vai além do combate à criminalidade. Para ele, a política deve ser um instrumento para melhorar a vida das pessoas, fortalecendo áreas como saúde, educação, infraestrutura e geração de oportunidades.
A possível pré-candidatura surge em um momento em que muitos moradores da Zona da Mata demonstram preocupação com a perda de protagonismo político da região. No passado, cidades como Rolim de Moura tiveram papel decisivo na política estadual, elegendo lideranças que chegaram ao Governo do Estado, ao Senado Federal e à Câmara dos Deputados. Entretanto, uma parcela da população acredita que a região perdeu espaço nas decisões importantes e deixou de receber a atenção proporcional à sua contribuição econômica e social para Rondônia.
Segundo Morari, o principal desafio é reconstruir essa representatividade sem promessas vazias e com presença constante junto à população.
“Quem vive aqui conhece a força da nossa região. O povo continua trabalhando, produzindo, gerando riqueza e contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia. O que precisamos é garantir que essa voz volte a ser ouvida e respeitada nos espaços de decisão”, destaca.
Com uma trajetória marcada pelo serviço público e pelo contato direto com os problemas da população, Morari defende uma política baseada na escuta, no diálogo e na busca por soluções concretas.
Enquanto avalia os próximos passos de seu projeto político, uma mensagem já começa a ganhar força entre apoiadores e lideranças locais: a Zona da Mata precisa voltar a ter voz, presença e representação efetiva na Assembleia Legislativa de Rondônia.

