quarta-feira, julho 1, 2026
27.3 C
Porto Velho
quarta-feira 1, julho, 2026
- Publicidade -
- Publicidade -

Insegurança fundiária compromete a governança territorial e enfraquece os esforços de conservação na Amazônia afirma  Dr. Lessa 

- Publicidade -

O Professor teve mais um artigo publicado no portal Migalhas, onde defende que o sentimento de pertencimento é fundamental para a preservação do patrimônio cultural e ambiental

O jurista, Marcelo Lessa da Silva teve um artigo publicado no portal jurídico Migalhas, um dos principais veículos especializados em Direito do país. No texto intitulado “Ninguém preserva aquilo que não sabe de quem é”, Lessa defende que o conhecimento sobre a história e a identidade dos bens culturais é o primeiro passo para garantir sua preservação.

Continua após a publicidade..

Em sua análise o PHD em Direito, preservar um patrimônio vai muito além da restauração de prédios históricos ou da proteção de monumentos. Para ele, é indispensável que a sociedade compreenda o valor desses bens e reconheça sua importância para a construção da identidade coletiva, fortalecendo o sentimento de pertencimento.

O jurista argumenta que a falta de conhecimento sobre a história e o significado do patrimônio cultural é um dos principais fatores que contribuem para sua degradação. Na avaliação de Lessa, ninguém protege aquilo que não reconhece como parte de sua própria história.

Continua após a publicidade..

Ao abordar o conceito de patrimônio cultural, Marcelo Lessa ressalta que ele não se limita a igrejas, museus ou casarões históricos. Também engloba manifestações culturais, festas populares, tradições, saberes transmitidos entre gerações, artesanato, música, gastronomia e demais elementos que preservam a memória e a identidade de um povo.

Outro ponto destacado pelo autor é a importância da educação patrimonial. De acordo com Lessa, quando crianças, jovens e adultos conhecem a história de suas cidades e compreendem o significado dos bens culturais, desenvolvem maior senso de pertencimento e passam a contribuir de forma mais ativa para sua conservação.

No artigo o Doutor  também defende que o poder público amplie os investimentos em políticas permanentes de valorização da memória histórica, incentivo à pesquisa, fortalecimento de museus e participação da comunidade nas decisões relacionadas ao patrimônio cultural. Para o jurista, medidas como tombamentos e restaurações são importantes, mas precisam ser acompanhadas por ações de educação e conscientização.

Da assessoria

- Publicidade -
Mais lidos
- Publicidade -

Você pode gostar também!

Acessar o conteúdo