Amorim cobra da Polícia falta de números “mais expressivos” relativos à “Operação Erva Daninha

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O ex-senador nega ser o proprietário de 4.000 alqueires de terras na região onde foi deflagrada a operação

Com diversas ações movidas em esferas judiciais relativas a invasões de terras por bandos armados na região correspondente aos municípios de Governador Jorge Teixeira, Campo Novo de Rondônia e Buritis, o ex-senador Amorim, tem buscando compreender os tramites que envolveram a operação policial denominada “Erva Daninha” deflagrada na última sexta-feira (17) nesta mesma área.

A operação efetivada pela Polícia Civil em parceria com a Polícia Militar e Polícia Federal, teria como objetivo agir contra crimes relacionados a invasões de terras, crimes ambientais, em seis cidade da região do Vale do Jamari, sendo realizados diversos mandatos de buscas e apreensões contra membros ligados a LCP (Liga dos Camponeses Pobres).

A nota oficial da Polícia Civil, distribuída à imprensa, relatava uma operação com o envolvimento de mais de cem policiais, equipados com helicóptero, carros de apoio, tendo como objetivo como agir contra crimes que estariam acontecendo em uma área de “4.000 alqueires pertencente ao Sr. Ernandes Amorim”.

Amorim usou suas redes sociais e a participação em programas de rádio para esclarecer esses dados divulgado pela polícia, ressaltando que “a nota falta com a verdade, pois não tenho 4.000 alqueires de terras nessa região. Tenho a posse de terras sim, que estão com invasões, com a presença de grupos armados se apropriando, aterrorizando tudo a quase dois anos, desde então não consigo mais nem me aproximar da região por ameaças contra a minha vida”, relatou.

“Esse número que narram ser propriedade minha não procede. Gostaria que a polícia se retratasse quanto a esta parte do conteúdo que distribuiu para impressa”.

Sobre as invasões de terras o ex-senador lembrou que vem “há quase dois anos registrando em todas as esferas de justiças, polícias, instituições ligadas ao meio ambiente, a preservação da Amazônia, a depredação de patrimônio público, governo federal, estadual, todos os crimes que vem acontecendo na região, assim como os inúmeros pedidos de reintegração de posse das terras”. A invasão destas terras relacionadas na operação e denunciadas pelo ex-senador tiveram início no segundo semestre de 2019.

“Todos os procedimentos que posso fazer contra a invasão estão acontecendo na justiça, me reporto diretamente a justiça. Minha primeira ação judicial inclusive foi a narrar judicialmente todos os crimes que estavam acontecendo nas terras indígenas e nas áreas de preservação ambiental, com o roubo de madeira, queimadas, depredação, grandes danos ao patrimônio público”, relatou Amorim.

Ainda sobre as invasões o ex-senador tornou a denunciar o desaparecimento de dois trabalhadores (recorrente ao período da invasão), entre diversos registros de tiroteios, vandalismo, extração ilegal de madeira, crimes ambientais e contra o patrimônio público e privado com depredação de maquinário e animais. “Vocês podem acompanhar minhas páginas nas redes sociais, onde narro todo o processo que venho enfrentando contra os bandos armados invasores de terras, verdadeiras organizações criminosas. Uma batalha árdua”.

Operação Erva Daninha

“Todos os informes que tenho recebido de moradores da região relatam a Operação como desastrosa. Uma gozação tremenda entre os invasores. Inclusive vi alguns vídeos onde os próprios posseiros chegam a encurralar parte dos policiais. Uma operação que ficou sem sentido. Qual finalidade realmente era apresentar? Pelos relatos passados, a polícia mal conseguiu entrar nas terras. Gostaria realmente de saber números condizentes desta operação com o tamanho dos crimes que são denunciados, que recebo denúncias diariamente”.

“Quem mora ali na região sabe de tudo que tenho relatado. Das madeiras retiradas ilegalmente, das queimadas, aberturadas de estradas, maquinários pesados trabalhando na região ilegalmente. E os números que a polícia apresentou, as apreensões chegam a ser uma vergonha diante de tudo isso que tenho denunciado incessantemente. Uma operação que virou chacota na própria narrativa dos invasores. Me recuso a acreditar que tantos policias e tanto aparato, para serem encurralados por bandidos”, finalizou Amorim”

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CANPANHA DE 13.11.2021 GOV DE RONDONIA

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Almi Coelho

Almi Coelho

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