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I Seminário discute ameaças às águas e à vida no Vale do Guaporé e fortalece protagonismo das comunidades locais

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Evento reúne organizações sociais, academia e poder público para refletir sobre impactos das mudanças climáticas nos territórios tradicionais

Com o objetivo de fortalecer a participação social e ampliar o debate sobre os impactos das mudanças climáticas e das atividades econômicas sobre os recursos hídricos, o I Seminário Regional “Águas que trazem vida: cuidados vitais, diversidade populacional e sobrevivência” foi realizado nos dias 12 e 13 de junho na cidade do Vale do Guaporé, em Rondônia. A iniciativa foi promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios São Miguel e Vale do Guaporé (CBH-RSMVG-RO), em parceria com a Universidade Federal de Rondônia (UNIR), a Organização dos Povos Indígenas de Rondônia e Noroeste do Mato Grosso (OPIROMA) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM).

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De acordo com Berenice Azevedo, atual presidente do Comitê, o seminário surge como uma resposta à necessidade urgente de refletir sobre os desafios enfrentados pela região. “Queremos garantir que lideranças locais estejam presentes nos espaços de participação, reflexão e análise da realidade vivenciada, especialmente diante dos riscos de contaminação das águas e da importância da agricultura familiar e regenerativa como parte da solução desses impactos”, afirmou.

O evento também se propõe a apoiar a produção de conhecimento e o monitoramento dos impactos das emergências climáticas nos territórios que compõem a bacia hidrográfica do Vale do Guaporé, área que abriga uma rica diversidade de povos e culturas, incluindo comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas e agricultores familiares.

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A programação do seminário incluiu mesas de debate, oficinas e rodas de conversa com representantes da sociedade civil, pesquisadores, agentes públicos e moradores da região. O objetivo é construir coletivamente estratégias que assegurem a resiliência dos territórios, a sustentabilidade ambiental e o protagonismo das comunidades locais frente aos desafios climáticos e ao avanço de grandes empreendimentos.

A realização do seminário conta com o apoio da Comissão Pastoral da Terra (CPT), da Associação Maxajã, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (IDARON) e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável (IDES).

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