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SEGURANÇA PÚBLICA SUMIU E BANDIDOS ASSUMEM O ESTADO

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Os dois casos de ataques de bandidos a vigilantes para roubo de armas ocorridos na sexta-feira mostram o retrato desse tipo de crime que vem crescendo em Porto Velho. A ousadia dos bandidos que estão atuando na Capital em busca de armas para servir ao crime parece não ter limites. Segundo informações do presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Rondônia (Sintesv), Paulo Tico Floresta, nos últimos 3 meses, pelo menos 22 armas foram roubadas de profissionais que atual na área de vigilância. Há casos em que os bandidos matam o vigilante para levaram o armamento, como aconteceu recentemente em Porto Velho.

Par se ter uma ideia do tamanho da ousadia dos bandidos, somente na noite de sexta-feira, 3 armas foram roubadas de vigilantes em locais distintos. Em um dos casos, dois vigilantes foram feridos pelos bandidos. Um dos crimes aconteceu na Escola Municipal Manoel Aparício Nunes Almeida, na Rua Humberto Florêncio, no Bairro Nova Floresta, zona Sul de Porto Velho. Dois vigilantes foram baleados por criminosos que invadiram o local para roubar armas. Os vigilantes estavam em uma sala quando a porta foi arrombada a tiros por dois bandidos. As vítimas acabaram baleadas e as armas, dois revolveres, foram levados.

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O segundo ataque a vigilante ocorreu também na mesma noite, em uma creche localizada na Rua Mato Grosso, próximo a rua Tancredo Neves, no Bairro Caladinho, também zona Sul de Porto Velho.

Os constantes assaltos a guardas privados virou dor de cabeça para as autoridades policiais. Os bandidos usam a tática para formar seu arsenal. Em alguns casos, atacam não por mero oportunismo, mas porque o alvo é mesmo o vigilante e seu equipamento de proteção – é mais barato do que contrabandear armamento, segundo policiais.

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O roubo de armas de vigilantes, crime que ganhou freqüência nos últimos meses, preocupa as empresas do setor e mobiliza a polícia. O Sindicato dos Vigilantes do Estado de Rondônia (Sintesv) tem solicitado reforço nas proximidades de escolas, locais de trabalho dos vigilantes e visados pelos bandidos. Outro pedido do Sintesv é quanto a um maior empenho na identificação dos criminosos e na investigação pelo paradeiro das armas roubadas.

O “velho” calibre 38 é a arma utilizada pelos vigilantes em Porto Velho e a mais confiscada em poder dos criminosos, principalmente de assaltantes e homicidas. São armas que de certa forma acabem aumentando o poderio bélico dos criminosos.
Segundo informações da polícia, essas armas são as que estão municiando os bandidos e cada vez mais comentem roubos e crimes em Porto Velho.

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