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Confusão na Câmara de Vilhena: Senador Jaime Bagattoli é acusado de intimidar servidor público após vídeo crítico sobre o INSS

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Um episódio de tensão foi registrado na tarde desta terça-feira (3) na Câmara de Vereadores de Vilhena. O servidor público Rafael Rodrigues, diretor de comunicação da Casa Legislativa, prestou queixa contra o senador Jaime Bagattoli (PL), acusando-o de intimidação e tentativa de agressão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil, Rafael relatou que precisou se deslocar ao município de Juína (MT) no último dia 30, acompanhando sua esposa, que é paciente oncológica, para realização de uma perícia médica do INSS. O servidor afirmou que, diante da falta de uma unidade ativa do INSS em Vilhena, decidiu gravar um vídeo relatando os transtornos enfrentados — conteúdo que repercutiu amplamente nas redes sociais.

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Na manhã desta terça-feira, durante uma visita à Câmara, o senador Bagattoli teria exigido que Rafael gravasse um novo vídeo se retratando. Diante da recusa, o parlamentar, conforme relato da vítima e testemunhas, teria se exaltado, batido com força na mesa e intimidado verbalmente o servidor.

A situação escalou quando o vereador Roberto Morais, também presente na reunião, tentou intervir. O senador teria partido em sua direção, com palavras ofensivas e tentativa de agressão física, sendo contido pelo presidente da Câmara, Dr. Celso, e retirado do local por terceiros.

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Além de Roberto Morais, estavam presentes no momento do incidente os vereadores Rosilene Batista e Silvano Pessoa, que constam como testemunhas no boletim.

Repercussão e providências

O servidor afirmou que registrou a ocorrência para que sejam adotadas as medidas legais cabíveis. Até o momento, não houve manifestação oficial por parte do senador ou de sua assessoria.

A Câmara de Vereadores ainda não divulgou nota oficial sobre o ocorrido. A Polícia Civil deve ouvir os envolvidos nos próximos dias.

O caso levanta discussões sobre liberdade de expressão, abuso de poder e o clima político local, que pode se acirrar com a aproximação das eleições municipais de 2026.

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