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Feminicídio seguido de suicídio abala a cidade de Cerejeiras, Rondônia

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Na manhã desta terça-feira (10), um crime chocante abalou a cidade de Cerejeiras, Rondônia. Um homem identificado apenas como “Dedé” assassinou a esposa, Hellen Cortes, de 32 anos, e em seguida tirou a própria vida. O crime ocorreu na residência do casal, localizada em frente à fábrica de gelo da cidade.

Segundo as primeiras informações, Hellen, que era advogada e membro de uma família muito conhecida na cidade, foi morta a golpes de madeira. De acordo com relatos de pessoas próximas, ela estaria tentando se separar do marido, que não aceitava o fim do relacionamento. Amigas da vítima já temiam que a situação pudesse resultar em uma tragédia.

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A Polícia Militar foi acionada e isolou o local do crime. Os corpos permanecerão na residência até a chegada de uma equipe da Perícia Técnica (POLITEC), que está se deslocando de Vilhena para realizar a coleta de informações necessárias à investigação.

Familiares e amigos da vítima se reuniram no local, profundamente abalados com o ocorrido. A tragédia evidenciou mais uma vez a gravidade do feminicídio, um problema social que atinge mulheres em situações de vulnerabilidade em todo o país.

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Hellen Cortes era conhecida por seu trabalho como advogada e por ser parte de uma família tradicional na região. Sua morte violenta gerou grande comoção em Cerejeiras, que ainda tenta assimilar os acontecimentos.

O caso chama a atenção para a necessidade de medidas mais efetivas de prevenção e combate à violência contra a mulher. Dados recentes mostram que o feminicídio continua sendo uma das formas mais extremas de machismo e controle sobre as mulheres.

Até o momento, as autoridades locais não emitiram nota oficial sobre o ocorrido. O caso será investigado pela Polícia Civil, que buscará esclarecer as circunstâncias do crime. A comunidade espera respostas rápidas e justiça para a vítima.

Este crime reforça a importância de redes de apoio para mulheres em situação de risco. O combate à violência doméstica depende da participação de toda a sociedade, além de políticas públicas que garantam proteção e acolhimento para as vítimas.

Se você ou alguém que você conhece estiver em uma situação de risco, procure ajuda através do telefone 180, que oferece suporte às mulheres e orientação sobre como agir em casos de violência.

Por: Rose Lopes

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