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Polícia Ambiental apreende mais de 200 kg de pescado ilegal durante Operação Protetor dos Biomas em Porto Velho

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A ação integra as fiscalizações do Ministério da Justiça e Segurança Pública e visa combater a pesca irregular e o transporte ilegal de pescado na Amazônia

Durante as ações da Operação Protetor dos Biomas, deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) realizou mais uma significativa apreensão de pescado sem a devida documentação, em Porto Velho.

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A ocorrência foi registrada na BR-364, quando a equipe de policiamento ambiental, comandada pelo tenente Dias e composta pelo sargento Silva Filho, cabo Lacerda e cabo Fernando, abordou uma caminhonete que transportava uma caixa térmica adaptada contendo aproximadamente 205,65 quilos de pescado.

De acordo com a Polícia Ambiental, grande parte dos peixes estava abaixo das medidas mínimas permitidas, em desacordo com o que estabelece a Instrução Normativa IBAMA nº 25/2009, configurando crime ambiental de pesca e transporte ilegal de pescado.

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Durante a fiscalização, foi constatado ainda que o transporte era realizado sem a Guia de Transporte de Pescado (GTP) devidamente preenchida, o que caracteriza infração administrativa, conforme o art. 35, incisos I e IV, do Decreto Federal nº 6.514/2008, e crime ambiental tipificado no art. 34, parágrafo único, incisos I e III, da Lei Federal nº 9.605/1998.

Diante da situação, foram adotadas as medidas cabíveis, com a apreensão do veículo e do pescado, sendo o produto destinado ao Hospital de Amor, instituição beneficente localizada na capital.

O responsável recebeu voz de prisão e foi conduzido à autoridade policial competente, com todos os direitos constitucionais assegurados e sem necessidade de uso de algemas, devido à colaboração durante a ação.

A Operação Protetor dos Biomas tem atuado de forma intensiva também nos eixos fluvial e rodoviário de Rondônia, com o objetivo de inibir práticas de pesca irregular, controlar o transporte e comércio ilegal de pescado e proteger os estoques naturais das espécies amazônicas, essenciais para o equilíbrio ecológico e a sustentabilidade dos recursos pesqueiros.


Por Almi Coelho – DRT 1207/RO
Portal Alerta Rondônia

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