A política de Rondônia ganhou mais um capítulo de bastidor com potencial para mexer no tabuleiro eleitoral de 2026. Segundo informações divulgadas pelo Jornal Rondônia, o ex-governador e ex-senador Ivo Cassol teria definido apoio ao nome de Luiz Cláudio para a disputa de uma vaga na Câmara Federal, deixando em segundo plano a pré-candidatura da ex-deputada federal Jaqueline Cassol. A movimentação já provoca comentários e interpretações nos bastidores políticos do estado.
O episódio chama atenção porque Jaqueline vem trabalhando publicamente sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados há vários meses, realizando articulações em diversas regiões do estado e reforçando sua presença política junto ao PSD e ao grupo do governador Marcos Rocha. A ex-parlamentar já confirmou oficialmente sua intenção de disputar uma vaga federal em 2026.
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Nos bastidores, a decisão atribuída a Ivo Cassol é vista por alguns analistas como um sinal de que a família pode não estar unida em torno de um único projeto eleitoral para a Câmara Federal. O movimento também alimenta especulações sobre possíveis divergências estratégicas dentro do grupo político ligado ao sobrenome Cassol, um dos mais influentes da política rondoniense nas últimas décadas.
A situação se torna ainda mais relevante porque Jaqueline é considerada uma das principais apostas do PSD para a disputa federal. Além de já ter exercido mandato na Câmara dos Deputados, ela vem destacando sua atuação em projetos nacionais e na destinação de recursos para municípios rondonienses durante sua passagem pelo Congresso.
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Para observadores da cena política estadual, o gesto de Cassol pode ser interpretado como uma demonstração de independência política ou até mesmo uma sinalização de que o ex-governador pretende construir um projeto eleitoral próprio, sem necessariamente seguir o mesmo caminho adotado por Jaqueline e pelo grupo governista. Atualmente, Jaqueline mantém alinhamento político com o governador Marcos Rocha e já declarou que seguirá as orientações do grupo nas futuras alianças.
Embora ainda falte mais de um ano para as eleições, o episódio evidencia que a corrida eleitoral de 2026 já começou nos bastidores. E uma pergunta passa a circular entre lideranças e militantes: a família Cassol seguirá unida nas urnas ou cada liderança construirá seu próprio projeto político?
A resposta poderá influenciar diretamente uma das disputas mais importantes do próximo pleito em Rondônia.

