A ponte de madeira instalada no travessão que faz a ligação entre as linhas 204 e 208, na área rural de Rolim de Moura (RO), na Zona da Mata, foi incendiada na terça-feira (25). O fogo foi percebido por populares, que com a ajuda da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros, tentaram conter as chamas.
Mesmo com a ação, não conseguiram evitar que a ponte ficasse danificada a ponto de impedir o trânsito sobre a mesma. De acordo com a Prefeitura de Rolim de Moura, o prazo médio para licitar as madeiras e iniciar a recuperação é no mínimo 90 dias.
Policiais faziam patrulhamento pelas estradas rurais de Rolim de Moura, quando passaram pelo travessão que dá acesso as linhas 204 e 208 e perceberam que a ponte sobre o Rio Bambu estava em chamas, e que alguns moradores já estavam tentando apagar o fogo.
Os militares acionaram o Corpo de Bombeiros e se juntaram aos moradores para tentar conter as chamas. Quando os Bombeiros do município de Cacoal (RO) chegaram ao local, o fogo já estava praticamente apagado, mas ainda assim, colaboraram terminando de apagar as chamas.
Incêndio

Alguns moradores das proximidades contaram à PM que logo pela manhã observaram que havia fumaça saindo da ponte, e quando se aproximaram, a ponte já estava em chamas. Foi quando começaram a tentar apagar o fogo.
Populares disseram ainda que esta é a segunda vez que a ponte é incendiada, porém, na primeira tentativa os moradores viram com mais rapidez e foi possível apagar o fogo sem maiores danos.
Devido aos danos, o trânsito sobre a mesma ficou impossibilitado. A perícia esteve no local fazendo o trabalho investigativo.
Prefeitura
Procurado pelo G1, o assessor de imprensa da Prefeitura de Rolim de Moura, Ricardo Barros, disse que as pontes que são danificadas por atos de vandalismo deverão levar um tempo maior para serem recuperadas. Somente neste mês de julho, duas pontes já foram queimadas, sendo uma na área urbana e a outra na área rural.
“As pontes que estão sendo queimadas por vândalos já estavam no cronograma de recuperação e manutenção, porém com a estrutura totalmente queimada, elas terão um prazo maior para a administração conseguir fazer os reparos, pois uma nova licitação precisará ser feita para aquirir madeiras”, explica Ricardo.
O prazo em média para licitar as madeiras e iniciar a recuperação é no mínimo de 90 dias.


