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Enquanto o povo leva sabão de casa, a Prefeitura lava as mãos

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Peripécias do Menino Ney
Edição nº 25 — Segunda-feira, 16 de junho de 2025 — Aniversário de Ouro Preto do Oeste_
“Calma, linguarudo… Não sumimos. Só demos 30 dias pra ver se, além de publicar release da Prefeitura, a imprensa local sabia escrever mais alguma coisa.”

Sim, voltamos.
E voltamos hoje, no aniversário de Ouro Preto do Oeste.
Porque se é pra comemorar, que seja estourando o balão da hipocrisia, chutando o bolo da corrupção e distribuindo fatias generosas de vergonha na cara — que, aliás, anda mais rara do que honestidade no Testonistão.

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Ouro Preto faz hoje 44 anos. E não é meme, não. É sério.
Sim, 44 anos.
O número que, na numerologia da desgraça política, representa trabalho duro, disciplina… e tragédia anunciada quando cai nas mãos erradas. Coincidência? Só se for no mapa astral da bandidagem institucional.
Aliás, diz a lenda — e quem viveu confirma — que quando foi fundada, nossa amada cidade era chamada carinhosamente pelos trabalhadores da época de… MOSCOU.
Sim, Moscou!
Por quê? Porque era fria? Porque tinha vodka? Não.
Por conta do barro vermelho e grudento das estradas, que fazia referência às estradas intransitáveis e lamacentas do período de inverno russo. Esse apelido pegou forte entre os trabalhadores da época…
E cá pra nós… olhando bem, não mudou quase nada, além das estradas intransitáveis na área rural até hoje, a ditadura de Alex Testoni é tão sufocante que chega a ser mais pesada que a do Putin — com a diferença de que Putin, pelo menos, é inteligente e competente. Aqui não. Aqui é só prepotência, vaidade e muita, muita incompetência cercada de puxa-saco por todos os lados.

Ficamos 30 dias fora.
Não foi medo. Não foi censura. Não foi férias em Dubai.
Foi pior: férias investigativas em Israel, buscando inspiração na resistência daquele povo pra continuar fazendo aqui o que ninguém tem coragem.

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E por que sumimos?
Anota aí:

Primeiro, demos 30 dias de prazo, de pura caridade jornalística, pra ver se algum órgão de controle — Ministério Público, Polícia Civil, Tribunal de Contas ou até aquele fiscal que some mais que promotor na hora da denúncia — teria a dignidade de tomar providência sobre as barbaridades que despejamos nas 24 edições anteriores.

E o que aconteceu?
*NADA!*
Silêncio absoluto. Só deu pra ouvir o som da chave girando na porta da moralidade, trancando ela lá dentro.

Pra ser justo, quem pelo menos fingiu que acordou foi o Tribunal de Contas, que deu aquela coçada no queixo, aquele suspiro burocrático, e fez um gesto protocolar.
Mas os outros? Estão mais parados que obra pública depois da eleição.

E aqui vai aquele afago que não poderia faltar:
A IMPRENSA LOCAL.
Esse monumento ao jornalismo independente… independente da verdade, dependente da verba pública.
Porque basta surgir uma denúncia robusta, grave, cabeluda, recheada de CPF, CNPJ, processo, prova, áudio, vídeo e print… que lá estão eles, de joelhos (e nem é pra rezar), publicando:
“Nota de esclarecimento do prefeito.” “O executivo se defende.” “O prefeito nega tudo.” “Fake news da oposição.”
Um jornalismo tão investigativo, mas tão investigativo, que o maior furo que eles já deram foi no pneu da dignidade.

E nesse intervalo, enquanto eles lambiam o edital da prefeitura, teve os eventos…
E que vexame!
O Encontro de Cowboys (que entregou mais tragédia do que sertanejo), a Festa de Rondominas (que nem o GPS achou), o Micaouro (que foi mais mico do que ouro), é que o povo tá de saco cheio mesmo. E pior, sem grana e sem perspectiva.

Aí fica aquela pergunta que não quer calar:
O povo de Ouro Preto não quer diversão… ou simplesmente não quer mais NADA que venha do clã Testoni?

A única exceção foi o Encontro de Carros, que lotou, mas não por mérito do Alex Testoni. Foi graças ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, que trouxe seu próprio público fiel e, de quebra, deu abrigo na sombra pra Alex sair na foto e tentar colar sua imagem — porque a dele tá mais queimada que o lixão da cidade.

Já o Motocross, que até poderia encher, porque ronco de motor, lama e adrenalina ainda arrastam jovem, flopou também, mas colocaram a culpa na chuva (será que foi castigo de Oya?). Mas com o nível de rejeição atual, qualquer coisa que o Testoni aparecer na frente vai fazer até os competidores abandonarem a pista.

Portanto, sim, linguarudo… nossa ausência foi meticulosamente planejada:

Pra falar no dia do aniversário dessa cidade amada, que não merece estar refém desse cartel político.

Pra dar 30 dias inteirinhos de prazo pra ver se os órgãos de controle criavam coragem, largavam o prato da publicidade oficial e se lembravam que têm crachá de fiscal, não de assessor de imprensa do clã.

E pra que ninguém ousasse dizer que o fiasco retumbante dos eventos da Prefeitura foi culpa do Peripécias. Porque, se tem uma coisa que é 100% mérito exclusivo do Testonismo, é a rejeição histórica que bate recorde a cada pesquisa, a cada evento vazio, a cada “live” flopada e a cada nota oficial que não engana nem o estagiário da redação.

E hoje… hoje não tem parabéns. Tem denúncia, tem marreta e tem aquele presente que só o Peripécias entrega: bomba, print e processo na porta.

Bora pras pautas.
Porque se a imprensa não entrega…
O Peripécias entrega.
________
1️⃣ *Hospital Municipal Laura Maria Braga — Onde até a bactéria pede transferência, e mandam pro São Lucas*

Se você, linguarudo atento, achava que o fundo do poço da saúde pública de Ouro Preto do Oeste já tinha sido alcançado, parabéns. Você subestimou — e muito — a capacidade do prefeito Alex Testoni e de sua trupe. Porque sim, eles cavaram mais fundo. Chegaram no pré-sal da incompetência, da negligência e, quem sabe, da improbidade administrativa.

A bomba da vez atende pelo nome de Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. Depois de anos dormindo de conchinha com a omissão, o TCE finalmente acordou, colocou a calça da dignidade e veio fiscalizar a saúde pública de Ouro Preto. E não foi por acaso, não. Segundo fontes quentes — mais quentes que a chapa do lixão incendiando — essa fiscalização foi fruto de dezenas de denúncias na ouvidoria do próprio tribunal, que não cabiam mais na caixa de entrada de tanto que acumulou. E olha que a caixa de entrada do TCE tem mais espaço que a fila da regulação.

Claro, assim que o clã Testoni percebeu que o calo apertou, acionou sua assessoria de imprensa oficial — também conhecida como Correio Central da Bajulação — que correu pra disparar uma notinha tentando abafar o incêndio. “É uma fiscalização rotineira, feita em todo o estado”, disseram. Aham. Rotineira. Igual aquela visita que o perito faz quando o seguro denuncia fraude, sabe? É rotina… quando tá podre.

Mas aqui ninguém nasceu de ontem. E as informações que circulam dentro do próprio TCE são de que a operação em Ouro Preto tem endereço certo, CPF, CNPJ e dedo direto nas dezenas de denúncias que não param de chegar. E se prepara, porque o relatório final, segundo quem entende do riscado, promete ser tão devastador quanto o que se encontra dentro do Hospital Municipal Laura Maria Braga e das UBS dessa cidade — onde saúde pública virou sinônimo de escassez, descaso e desespero.

E quer saber até onde vai esse escândalo? Segura. O negócio tá tão feio, mas tão feio, que os próprios servidores do hospital estão levando sabão de casa pra poder lavar as mãos, porque no hospital falta até isso. Sabão, detergente, buchinha, papel higiênico, luva, esparadrapo, gaze e, claro, falta vergonha na cara dos gestores públicos. O vídeo que o prefeito soltou nas redes, todo animadinho, anunciando insumos, materiais, remédios e equipamentos que “tinham acabado de chegar”, era mais uma jogada de marketing fake do que promessa de político na véspera da eleição. Nada chegou pra valer. E o que tinha… continua faltando.

E se acha que isso é o pior, segura mais essa. Recentemente, um cidadão de 41 anos, vítima de acidente de trânsito, ficou à beira da morte porque não havia respirador na ambulância da cidade. Isso mesmo. A equipe passou horas, desesperada, tentando conseguir um respirador emprestado em municípios vizinhos. Correram pra Vale do Paraíso, não tinha. Foram pra Nova União, também não tinha. Tentaram em Alta Floresta, Jaru, Rolim, tudo. E sabe o que ficou claro? Que a saúde pública de Ouro Preto, a tal da “Estância Turística”, perde feio até pros municípios do tamanho de um bairro daqui. A vergonha é proporcional à incompetência de quem administra.

E no hospital, o cenário é aquele que a gente já conhece. Faltam medicamentos de uso contínuo, faltam materiais básicos, faltam insumos, falta fralda, sim, aquela mesma fralda que foi alvo de denúncia, que resultou num procedimento arquivado pela mesma instituição que deveria estar cuidando do interesse público, o nosso querido Ministério Público. Arquivaram sem apurar, e agora adivinha? Tá faltando fralda de novo. É um ciclo: denúncia, arquiva, falta, denuncia, arquiva, falta. Parece até estratégia de gestão.

E como se não bastasse, até hoje a população segue sem respostas sobre o dinheiro da famosa Live do Ouro, que arrecadou mais de 1,5 milhão de reais, supostamente destinado à reforma do Hospital Municipal. O dinheiro sumiu, evaporou, desapareceu mais rápido que seringa no estoque. Ninguém sabe, ninguém viu. Reforma que é bom, só se for na conta dos fornecedores de sempre: ou no Grupo Dom Bosco, ou em alguma empresa amiga de fachada, daquelas abertas com CNPJ fresco só pra pegar notinha de material de construção superfaturado.

E a pergunta que não quer calar: cadê o Ministério Público? Foi regulado também? Tá aguardando vaga em Ji-Paraná? Tá na regulação do Testoni? Porque se até o Tribunal de Contas acordou, tá na hora do MP, que até agora só finge que é órgão de fiscalização, lembrar que não é assessoria de imprensa da Prefeitura, não.

O fato é que enquanto o dinheiro da saúde some misteriosamente, enquanto servidor leva sabão de casa, enquanto cidadão morre porque não tem respirador na ambulância, o prefeito gasta milhões com bloquete, com festinha flopada e campeonato de pôquer na Lagoa do Alex. A cidade de Ouro Preto do Oeste virou uma distopia sanitária, onde ser atendido no hospital é mais difícil que ganhar na Mega-Sena — e olha que a Mega, pelo menos, alguém ganha de vez em quando.

Portanto, se a saúde pública de Ouro Preto tá na UTI, a culpa não é da falta de recurso. É da falta de gestão, de vergonha e de fiscalização. E se o Tribunal de Contas acordou, que bom. Porque se depender do Ministério Público… é mais fácil achar dipirona na farmácia do hospital do que uma denúncia formal deles contra o clã.
_________
2️⃣ *Proibido jogar lixo*… *na sua calçada. No lixão clandestino da Prefeitura, pode!*

Se você mora em Ouro Preto do Oeste, prepare-se: tá proibido colocar entulho, galhada, resto de obra ou qualquer porcaria na frente da sua casa, exceto no sagrado dia 1º de cada mês. Isso mesmo, você leu certo. Só no dia 1º. Se colocar no dia 2, toma multa. E não adianta reclamar. Ordem do faraó da Testolândia, seu Alex Testoni.

A justificativa? “Deixar a cidade bonita.” Bonita pra quem, majestade? Pros visitantes? Porque pra quem vive aqui, tá é fedendo — literalmente. E sabe por quê? Porque a própria Prefeitura não tem caminhão suficiente, não tem pessoal, não tem logística, não tem planejamento, não tem gestão e — sejamos francos — não tem nem vergonha na cara.

O povo tenta obedecer. Junta lixo, amontoa resto de árvore, segura entulho dentro do quintal… Só que aí o tal “dia 1º” chega e… CADÊ OS CAMINHÕES? CADÊ A COLETA? CADÊ O PODER PÚBLICO? Resultado? Dias e dias com lixo acumulado na frente das casas, fedendo, juntando mosquito, rato, escorpião e mais uns três demônios do apocalipse sanitário.

E aí, claro, aparece a famosa fiscalização do rei Testoni, aplicando multa no povo trabalhador, porque “não respeitou a data do lixo”. Agora… você já viu algum fiscal aplicar multa na Prefeitura? No lixão clandestino dela própria?

Pois é, linguarudo… é aqui que o Peripécias entra com aquele detalhe que a imprensa vendida não mostra e o prefeito não quer que você saiba.

Fomos investigar. E sabe o que descobrimos?

Que, enquanto ele proíbe você de colocar meia galhada na calçada, o próprio município de Ouro Preto do Oeste foi multado em nada menos que R$ 22.555.000,00 (VINTE E DOIS MILHÕES E QUINHENTOS E CINQUENTA E CINCO MIL REAIS) por crime ambiental continuado no próprio lixão do município, que opera sem licença, sem cobertura, sem controle e sem vergonha.

E isso não é fofoca, nem print de zap. É documento, meu amor. Tá no:
• Auto de Infração nº 016032, lavrado pelo BPA em 14/05/2025, às 13h07, após vistoria presencial no lixão, na zona rural do município, km 4,5 da linha 45.
• Relatório de Vistoria nº 0060502635, Termo de Embargo nº 006231 e Ocorrência nº 33108814/2025, onde consta, textualmente, que o município descumpriu as Notificações nº 05/2024/SEDAM (de 27/05/2024) e 73/2024/SEDAM-ERGASJIPA (de 14/10/2024), que mandavam fechar aquele lixão e fazer plano de gestão de resíduos.
• E, claro, tudo isso agravado pelo descumprimento do Art. 62, incisos V e XI, do Decreto 6.514/2008, que basicamente diz: “Lançar lixo no meio ambiente é CRIME.”

Ou seja, se fosse pra multar a Prefeitura como multa o povo, ela tava penhorada até o prédio.

O mais engraçado (ou trágico) é que o próprio relatório técnico da fiscalização diz, textualmente, que o lixão estava operando com “disposição no solo, ausência de cobertura, presença de chorume, descarte de resíduos domiciliares, hospitalares e de construção civil diretamente sobre o solo.” Sabe aquele discurso bonito do prefeito? Fake news institucional.

E enquanto isso, adivinha quem paga a conta?

Você. O trouxa do imposto. O otário do IPTU. O bobão que segura o entulho dentro do quintal, esperando um caminhão que nunca chega.

E sabe o que é pior? Tudo isso tem cara de coisa pensada. Porque se a Prefeitura tivesse resolvido a bronca quando foi notificada lá atrás, talvez não tivesse tomado a multa. Mas sabe como é… em 2024, Alex Testoni tava mais preocupado era em garantir a própria reeleição do que em resolver o problema do lixo. Afinal, se perdesse, quem ia herdar o lixão era o próximo.

E hoje, cá estamos. Proibidos de botar uma caixa de papelão na calçada, enquanto o lixão clandestino da Prefeitura segue firme — e a multa, claro, vai sair do seu bolso.

Quer saber de onde? Do remédio que não chega, da fralda que falta, do médico que não tem, do bloquete que não vem, da creche que não inaugura nunca, da merenda que não enche barriga.

Mas relaxa… pra festa, pra som, pra camarote e pra lagoinha de pôquer, sempre sobra.

E a pergunta do dia é:

O prefeito, que adora dizer que é empresário de sucesso, vai pagar do próprio bolso a multa que causou? Ou vai continuar socializando o prejuízo e privatizando os lucros — como já faz na saúde?

Porque na Testolândia, meu povo… “Lixo na calçada, não. Mas no orçamento, pode à vontade.”
Câmara, imprensa, Ministério Público… e o consórcio da vergonha: Ouro Preto virou um grande condomínio de silêncio remunerado

Se alguém ainda tinha dúvida de que Ouro Preto do Oeste é hoje uma republiqueta de interesses privados travestidos de administração pública, prepare-se: a Pauta 3 veio pra escancarar — com nome, matrícula, salário e CPF, porque aqui o jornalismo é raiz.

Comecemos pela imprensa, esse monumento da imparcialidade paga com dinheiro do povo.
Os dois maiores portais da cidade, que se autoproclamam veículos de informação, estão mais parecendo extensão da assessoria de imprensa da Prefeitura — ou, quem sabe, do RH.

Vamos aos fatos:

Rosângela Vicente Tosta dos Santos, matrícula 83540, desde 10/04/2025 nomeada como Assistente Social do Serviço de Proteção e Atendimento à Família (PAIF), lotada na SEMAS, recebe R$ 2.500,00 mensais. Curiosamente, esposa de Roni Tosta, proprietário do site ouropretodooeste.com.

Eulália Gabriely do Prado Rodrigues, matrícula 83493, desde 11/03/2025 nomeada como Assessora de Serviços Diversos na Saúde, lotada na SEMSAU, também recebe R$ 2.500,00. Filha de ninguém menos que Edmilson Rodrigues, dono do correiocentral.com.br

Agora faz todo sentido, né?
Por que será que, quando surge uma denúncia grave, cabeluda, fedorenta, com CPF, CNPJ, nota fiscal, vídeo e até código de barras, a manchete é sempre:
“Prefeito esclarece.” “Executivo desmente boatos.” “Fake news da oposição.”
É uma credibilidade tão grande… mas tão grande… que nem a barra de loading do site carrega direito quando tenta abrir.

Se fosse só a imprensa, tava até barato.
Mas a Câmara de Vereadores segue no mesmo compasso — e, no ritmo, quem rege é ele: Gilvane Fernandes, o popular Pau na Mesa, atual presidente e pré-escolhido pra ser o sucessor do clã.

Gilvane, que tem se dedicado menos ao parlamento e mais à arte de caçar servidor que ele acha que “vaza informação”.
O detalhe é que as informações “vazadas” são públicas, estão na Lei de Acesso à Informação e no Portal da Transparência — mas na lógica da Câmara, transparência virou crime.
O resultado? Tá colecionando denúncia no Ministério Público, no Ministério Público do Trabalho e no Tribunal de Contas, tudo fresquinho, saindo do forno da arbitrariedade.

E pra quem achava que o velho hábito do nobre vereador de exibir o peru em público tinha sido superado com terapia ou promessa, a má notícia: segue firme, forte e, segundo relatos, cada vez mais ousado. Parece que a nova legislatura não curou antigos vícios.

E se você acha que Milhão ia ficar de fora…
Segura esse plot twist do Peripécias!

Parece que nosso querido vereador Milão, também chamado de Vereador Piseiro, anda “se dedicando a obras sociais” de cunho muito… pessoal. Parece que quer montar um time de futsal com seus próprios filhos…
Dizem — e a boca miúda na cidade nunca falha — que ele teria prestado apoio emocional de altíssimo nível a uma moça que, curiosamente, tem nome de fenômeno natural, algo leve, suave, quase poético, que sopra de vez em quando… E parece que ventou forte e vem até um anjinho por aí. Se é filho de Milhão, deverá se chamar Realzinho.

O detalhe? Ela seria ex-esposa (recém separada) de um rapaz que, no passado, administrava um famoso site de festas aqui da cidade.
O que corre é que dessa vez a brisa soprou forte… e o vento trouxe mais que poeira. E muito Piseiro.

E fica a pergunta no ar (e que ar, hein?):
“E aí, Dona Dai… será que é verdade o que estão comentando do seu companheiro… ou é só fofoca dos ventos da oposição?”

O Ministério Público?
Segue na mesma vibe: ouvindo o vento, olhando pro horizonte, filosofando sobre o sentido da vida… mas de trabalhar, nada.
Enquanto isso, a população paga a conta, a imprensa engole release, a Câmara aplaude, e a prefeitura agradece.

Ouro Preto não é mais uma cidade.
Virou um grande condomínio de interesses, com síndico, sub-síndicos, porteiros, zeladores e um departamento de mídia social interno — pago, claro, com seu dinheiro.

E quem paga o boleto da farsa?
Você, linguarudo.
Que não tem cargo, nem portaria, nem diária, nem comissão.
Só boleto, IPTU, imposto e cara de otário.

Mas calma… a gente tá aqui pra te lembrar que otário é quem acha que a gente não sabe de tudo isso.

E antes que a gente encerre esse festival de verdades indigestas… bora falar do que o povo tanto cochichou nesses 30 dias de silêncio calculado.

Teve linguarudo, teve puxa-saco, teve até gente de dentro do clã espalhando que o Peripécias tinha sido comprado. E o preço? R$ 60 mil.
Sério, meu povo… R$ 60 mil.
Ora, R$ 60 mil não paga nem a nossa diária internacional na sede da Peripécias S/A na Praça da Liberdade.
R$ 60 mil não compra nem a indignação de quem há anos viu seus filhos, seus pais, seus amigos tendo que ir embora de Ouro Preto do Oeste, fugindo da perseguição, da falta de oportunidade, da máquina de moer gente que esse clã criou.

Se pra vocês, senhores do Testonistão, isso parece dinheiro… saibam que dignidade, decência e vergonha na cara não estão na prateleira de supermercado, nem no edital de licitação de vocês. E não adianta encher o carrinho com fralda superfaturada — dignidade não tem no estoque.

E falando em linguarudos…
A gente ficou sabendo, sim, que rolou no fim de semana o tal do “Arraiá dos Linguarudos”, aquele mesmo da turma dos apoiadores do Delegado (que parece estar se preparando pro futuro…). O print rodou mais que cheque sem fundo de figurinha da prefeitura.
Dizem — dizem, porque não confirmamos — que até o vereador Weuler foi visto por lá, dando aquele sorrisinho amarelo, entre um quentão e outro, talvez ensaiando uma rebeldia que Ouro Preto não vê desde os tempos de Milton do Bar, aquele que um dia teve coragem de dizer não.
Se for verdade… seja bem-vindo ao time dos insatisfeitos, Weuler. Porque linguarudo a gente até aceita — trouxa, nunca.

Ah, e não poderíamos esquecer dos patetas imbecis, sim, isso mesmo que você leu, que passaram os últimos 30 dias batendo cabeça, batendo print, fazendo reuniãozinha de garagem, contratando empresa de Taubaté, hackerdinho de rodoviária, advogado que não acerta nem o próprio nome no cabeçalho da petição, tudo isso pra “descobrir quem é o Peripécias”.
“Achamos, agora sabemos quem são, vamos processar!”
Pobres coitados. São tão bons em processar que processam até a própria dignidade toda vez que acordam de manhã e lembram que trabalham pro Testonismo.

A vocês, fica o recado mais cristalino que o espelho da vaidade de vocês:
O dinheiro de vocês compra cargo, compra puxa-saco, compra nota na imprensa, compra curtida fake, compra moral de plástico… mas não compra inteligência.
E muito menos compra quem tá aqui, todo santo dia, indignado, revoltado e determinado a desmontar peça por peça essa máquina de opressão, perseguição, cinismo e corrupção.

Enquanto isso, podem continuar brincando de Sherlock Holmes de almoxarifado.
Podem continuar gastando o dinheiro do povo com hacker fajuto e advogado de porta de fórum.
Podem seguir a vida… porque enquanto vocês tentam descobrir quem faz o Peripécias… o Peripécias segue descobrindo quem vocês realmente são.
Talvez devessem continuar focados em abusar do uso da máquina e do poder econômico pra pré-campanha do príncipe ao invés de tentar calar as vozes que surgem…Confia, ninguém tá registrando nada…

E pra encerrar, já que vocês gostam tanto de investigar os outros, fica uma pergunta no ar, soprada, bem de leve, pelo vento da verdade:
“E aí, Dona Dai… será?”

A gente volta.
Sempre volta.
Mais afiado, mais venenoso e, principalmente… mais vivo que nunca.

E mais uma coisa, para as mais linguarudas que aguardam as amantes, sim, não esquecemos, hoje tratamos de um, e cada edição vamos tentar tratar individualmente, não queremos cometer erros, o objetivo não é destruir lares, mas fazê-los criar vergonha na cara.

Peripécias do Menino Ney.
O jornalismo que não tem preço… e que, muito menos, tem dono.

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