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DEBATE DA TV RONDÔNIA/GLOBO SERVIRÁ PARA DEFINIR UMA ELEIÇÃO COM EMPATE TOTAL ENTRE ROCHA E ROGÉRIO?

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Serão estes que vão dizer se o Governador a partir de janeiro do ano que vem será Marcos Rocha ou Marcos Rogério.

 

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O debate desta noite na TV Rondônia/Globo pode ser o ponto de desequilíbrio na campanha empatadíssima entre Marcos Rocha e Marcos Rogério? Pode sim, desde que aconteça algo inesperado, uma surpresa, uma denúncia sem resposta clara; uma espécie de terremoto sobre uma ou outra candidatura. Pelo que se viu nos debates anteriores onde os dois candidatos participaram (principalmente o da SICTV/Record), Rogério tem partido para um ataque duro, até porque tem mais facilidade de se expressar, coisa que o próprio Governador reconheceu publicamente, mas Marcos Rocha, com sua fala quase mansa e jeito simplório, tem conseguido também marcar uma boa presença. As trocas de farpas devem ficar dentro da civilidade, como o foram até agora, mas, é claro, nesta reta final da campanha tendem a aumentar. A disputa em Rondônia está mesmo muito parelha. Marcos Rocha tem se apegado a um governo de três anos e nove meses com realizações, avanços e controle das finanças; numa administração que, segundo ele, combate a corrupção e conseguiu bons resultados em vários setores, mesmo enfrentando dois anos de pandemia. Marcos Rogério vem com seu histórico recente de principal defensor do governo Bolsonaro, na CPI do Circo, que o tornou personagem nacional e com um programa de governo que, ele diz, vai corrigir  o que chama de graves deficiências da atual administração.

Como não há confronto ideológico (os dois são bolsonaristas de carteirinha) o que os difere é a forma de apresentar seus planos, suas ideias, suas soluções para o Estado mas, mais que tudo, turmas completamente diferentes. Marcos Rocha com apoios quentíssimos de personagens como os prefeitos Hildon Chaves, de Porto Velho; Joãozinho Gonçalves, de Jaru; Carla Redano, de Ariquemes; Isaú Fonseca, de Ji-Paraná e de pelo menos uma dezena e meia de outros comandantes de cidades rondonienses. Tem ainda pesos pesados da política, como Mariana Carvalho e Alex Redano, além do campeão de votos para a Câmara Federal, seu ex-secretário de saúde Fernando \Máximo, do alto dos seus 85 mil votos. Já Marcos Rogério tem um grande prestígio pessoal principalmente na região central do Estado, com apoios como os de Jaime Bagattoli, senador eleito; da líder dos médicos do Estado, sua vice, Flávia Lenzi e do campeão de votos para a Assembleia, Laerte Gomes, mas também de prefeitos, entre muitos outros. São dois grupos políticos muito fortes, se antagonizando pela cadeira maior do Palácio Rio Madeira/CPA. O último debate, na Globo, pode ser sim decisivo, caso haja alguma coisa muito inesperada. Afora isso, os dois candidatos já conseguiram conquistar seus eleitores. Menos os ainda indecisos, que são cerca de 3 por cento e os que decidiram, ao menos até agora, não ir votar. Serão estes que vão dizer se o Governador a partir de janeiro do ano que vem será Marcos Rocha ou Marcos Rogério.

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Autor: Sérgio Pires

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