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PF e órgãos ambientais inutilizam mais de 15 estruturas de garimpo ilegal no Amazonas

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Operação Solo Limpo atuou em área de Terra Indígena no Rio Jandiatuba e mirou logística usada por garimpeiros; ação também combate impactos ambientais como a contaminação por mercúrio.

Uma operação conjunta da Polícia Federal, com apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), resultou na inutilização de mais de 15 estruturas utilizadas no garimpo ilegal em áreas de Terras Indígenas no interior do Amazonas.

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Batizada de Operação Solo Limpo, a ação foi realizada no Rio Rio Jandiatuba, nas proximidades do município de São Paulo de Olivença. Embora a data exata da operação não tenha sido informada, o balanço foi divulgado nesta sexta-feira (27).

Durante a ofensiva, os agentes inutilizaram dragas e destruíram embarcações utilizadas como suporte logístico para o garimpo ilegal. As estruturas eram empregadas tanto na extração quanto no abastecimento das atividades criminosas na região.

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Segundo os órgãos envolvidos, a operação teve como objetivo enfraquecer a cadeia de funcionamento do garimpo ilegal, dificultando a retomada das atividades e ampliando o controle sobre áreas ambientalmente sensíveis.

Além do combate à exploração ilegal de minérios, a ação também busca reduzir os danos ambientais provocados por esse tipo de atividade.

Um dos principais problemas associados ao garimpo ilegal é a contaminação dos rios por mercúrio, substância tóxica usada no processo de separação do ouro. Esse tipo de poluição afeta diretamente comunidades indígenas e ribeirinhas, comprometendo a saúde da população e prejudicando atividades tradicionais como a pesca e o manejo sustentável dos recursos naturais.

As instituições afirmam que operações integradas como essa são essenciais para proteger os territórios indígenas e preservar o equilíbrio ambiental da Amazônia, além de combater crimes ambientais que vêm se expandindo em áreas de difícil acesso.

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